Textos

 

A Paixão de Cristo, por Thomas Adams

 

“[Cristo] se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave.” (Efésios 5:2)


Esta última parte do versículo é um claro e vívido crucifixo, talhado pela mão do mais primoroso escultor, não para maravilhar nossas aparências corporais com um pedaço de madeira, cobre ou pedra, minuciosamente gravado para o aumento de uma devoção carnal; mas para apresentar ao olho de nossa consciência a penosa paixão e graciosa compaixão de nosso Salvador Jesus Cristo, que “entregou a si mesmo por nós”. Este crucifixo apresenta ao olho de nossa consciência sete consideráveis circunstâncias. Os pontos estão para o nosso sermão como o caminho de Betânia para Jerusalém, aquele que entrega, o que entrega, o que é entregue, entregue a quem, para quem, por quem, a maneira da entrega, e o efeito da dádiva.

I. QUEM: A Pessoa que entrega é Cristo. A qualidade de Sua Pessoa altamente recomenda o Seu superabundante amor por nós.

A. Ascensão: Nós ascenderemos a esta consideração por quatro degraus ou níveis e desceremos por quatro outros. Em ambos, indo acima e a abaixo, nós perceberemos o admirável amor do Doador.

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Semper Idem ou A Imutável Misericórdia de Jesus Cristo, por Thomas Adams

 

“Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre.” (Hebreus 13:8)
 

Pelo nome de Jeová, Deus era conhecido por Israel, desde o momento da primeira missão de Moisés junto a eles, e seu êxodo do Egito, e não antes. Pois, disse Deus a Moisés: “Apareci a Abraão, a Isaque e a Jacó como Deus Todo-Poderoso; mas pelo meu nome, O SENHOR, não lhes fui conhecido” (Êxodo 6:3). Este EU SOU é uma palavra eterna, compreendendo três tempos: “que era, que é, e que há de vir”.
 

Agora, para testificar a igualdade do Filho com o Pai, a Escritura dá a Jesus a mesma eternidade que é dada a Jeová. Ele é chamado o Alfa e Omega, primus et novissimus, “o Primeiro e o Último: o que é, que era e que há de vir” (Apocalipse 1), e aqui, “o mesmo ontem, e hoje, e eternamente”. Desta forma, Ele era não apenas Christus Dei, o ungido de Deus, mas também Christus Deus, o próprio Deus ungido; tendo em vista esta eternidade, que não tem começo nem fim, que é exclusiva e apropriada apenas para Deus.

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