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Devocional Banco da Fé • 11 de Fevereiro

 

Os Filhos Estão Incluídos?

 

“Porque derramarei água sobre o sedento, e rios sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes.” (Isaías 44:3)

 

Nossos queridos filhos não têm o Espírito de Deus por natureza, como vemos claramente. Percebemos muitas coisas neles que nos fazem temer quanto ao seu futuro, e isso nos leva à oração agonizante. Quando um filho se torna especialmente perverso, choramos com Abraão: “Oh, que viva Ismael diante de ti!”. Nós preferiríamos ver nossas filhas como Anas do que como imperatrizes. Este versículo deve nos encorajar muito. Ele segue as palavras: “Não temas, ó Jacó, meu servo”, e pode muito bem remover os nossos medos.

 

O Senhor dará o Seu Espírito; o dará com abundância, derramando-o; o dará de modo eficaz, de forma que seja uma bênção real e eterna. Sob esse derramamento divino, nossos filhos seguirão adiante, e “Este dirá: Eu sou do Senhor; e aquele se chamará do nome de Jacó” [Isaías 44:5].

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O Quinto Mandamento — Autoridade, por Cornelius Van Til

 

1. Observações

Nós já falamos sobre a promessa e a ameaça como relacionadas com a lei quando discutimos o Segundo Mandamento. A razão para observar isso aqui é que Paulo nos diz em Efésios 6:3 que este Quinto Mandamento é “o primeiro mandamento com promessa”. Se isso não conflitar com o fato de que promessas e ameaças são vinculadas ao Segundo Mandamento, devemos concluir que no Quinto Mandamento a promessa está ligada a esse Mandamento particular, enquanto que no caso do Segundo a ameaça prometida incluía toda a lei.

Quanto ao conteúdo da promessa, nós podemos observar que não pode significar que cada indivíduo que honra seus pais viverá por muito tempo. Nem isso é intencionado mesmo durante o tempo do Antigo Testamento. Se assim fosse, os fatos teriam mostrado que a promessa é falsa muitas vezes. Isso significa que a nação cujos cidadãos respeitam os pais e idosos, em geral, pode esperar permanecer por longos dias.

2. O que é Comandado

Para entender O que é Comandado, nós devemos notar de imediato que o Quinto Mandamento não se limita à vida familiar, mas envolve a questão geral da autoridade onde quer que apareça. A família é a unidade a partir da qual a sociedade é construída, e por esta razão é mencionada e não a sociedade e o Estado. Mas isso não nos permitem concluir que as Escrituras não nos fornecem nenhuma base para a ética social.

Mesmo se não tivéssemos mandamentos específicos no que diz respeito à vida social ainda teríamos uma base para a ética social na doutrina bíblica de Deus. É a doutrina teísta de Deus, conforme estabelecida na Bíblia que fornece a base para toda a autoridade. Nós ousamos dizer que apenas sobre essa base existe alguma autoridade entre os homens em qualquer lugar. Sem a concepção teísta de Deus todas as leis da natureza e da moral que apareceriam em um mero universo do acaso. Então, não há razão para que um ser humano exerça qualquer autoridade sobre outro. O acidente de circunstância favorável, maior força, capacidade superior etc., não são em si nenhuma justificação para qualquer ser humano exercer autoridade sobre qualquer outro. Por outro lado, isto é possível dada a concepção teísta Cristã de um Deus que é Ele mesmo a fonte da lei e autoridade entre os homens. E até mesmo a natureza da autoridade é assim estabelecida. Falamos muitas vezes de autoridade moral. Por isso, queremos dizer que alguém tem pela capacidade e esforço alcançado uma posição na sociedade que faz com que os outros considerem a sua opinião como relevante. Então, um médico tem autoridade. Mas não é isso que é devidamente entendido como autoridade. Por autoridade, no sentido próprio do termo, intenciona-se que alguém, em nome de Deus, deve requerer obediência de outros a certas leis de Deus. Aqueles que exigem obediência são servos de Deus. Eles não têm autoridade em si mesmos. Nem é a sua autoridade diretamente delegada a eles por outras pessoas. Se for delegado a eles por outras pessoas é porque essas pessoas são os próprios agentes adequados de Deus para delegar autoridade. Em qualquer caso, toda a autoridade entre os homens é delegada aos homens por Deus. Sempre que alguém deixa de reconhecer isso, ele usurpa a autoridade.

Se ele ainda é obedecido por outros, pode ser que esses outros olhem para além dele, para Deus e o obedeçam por amor de Deus somente.


A. A Família

Com a concepção teísta geral sobre autoridade como um plano de fundo, não nos admiraremos que a concepção Cristã de família seja bastante diferente da concepção do não-Cristão. Não estamos agora discutindo o casamento. Uma discussão sobre o casamento ocorre na exposição do Sétimo Mandamento. Aqui nós somente falamos sobre autoridade. Mas, temos que falar de autoridade na família em primeiro lugar e, portanto, da própria família. Se a família tivesse se originado gradualmente à medida em que o homem saiu do estágio não-moral da existência não poderia haver nenhuma autoridade propriamente dita. Ou, aceito que houvesse uma aparência de autoridade dos pais sobre os filhos, não haveria ao menos nenhuma razão em absoluto para falar da autoridade do homem sobre a mulher. O feminismo moderno está certo se o antiteísmo estiver certo. Que o homem é mais forte do que mulher, etc., em si, não justifica a autoridade. No fundamento teísta, não existe tal coisa como uma lei da natureza à parte de Deus. Paulo fala sobre a natureza nos ensinando certas coisas, mas ele concebe as leis da natureza como sendo expressivas da vontade do Deus da natureza.

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10 Coisas Para Fazer Com Seus Filhos Pequenos, por Jared Longshore

 

Paternidade é algo fácil... ninguém nunca disse isso. Paternidade é um trabalho árduo, mas é o tipo do trabalho que é bom, recompensador e alegre. Salomão, o Sábio, mostrou sua sabedoria quando disse dos filhos: “Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava” (Salmo 127:5). Com a recente adição, minha esposa e eu agora temos 5 crianças de 7 anos e menos. Não é necessário dizer que gastamos muito tempo pensando em como aplicar o que Deus diz sobre paternidade aos nossos pequeninos. Aqui estão 10 coisas para fazer com seus filhos pequenos em um esforço para educa-los “na doutrina e admoestação do Senhor” (Efésios 6:4):

 

1. Conte-lhes sobre a glória de Deus

 

Diga-lhes quem é Deus. Diga-lhes o que Ele fez. Aponte para o peixe nadando, para a estrela cadente, para a árvore balançando, para o pássaro voando, para o morango amadurecendo, e mostre-lhes o agir da mão de Deus. Recentemente, ao saímos de um culto pelas portas dianteiras do edifício de nossa igreja com nossas crianças, nos deparamos com um pôr-do-sol que deixou o céu com brilho rosa e laranja. Uma das doces e piedosas damas de nossa congregação se inclinou e perguntou aos nossos filhos: “Vocês ouvem o que o sol está dizendo?”. Calvino estava certo: “O mundo inteiro é um teatro para a exibição da divina bondade, sabedoria, justiça e poder”.

 

2. Leia a Bíblia com eles

 

Não retenha o livro que é mais doce do que o mel e o licor dos favos (Salmo 19:10). Dê às crianças o doce. Leia para elas as palavras vivificantes da Escritura. Ore para que Deus lhes dê fé e então fale da Bíblia para eles, pois “a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Romanos 10:17).

 

3. Catequize-os

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7 Razões Para Ensinar História da Igreja aos Seus Filhos, por Jeff Robinson

 

Pergunte aos meus quatro filhos o que o pai deles ama e coloca no topo da lista depois de “Jesus, nossa mãe, beisebol e os Georgia Bulldogs[1]", a resposta pode ser apenas “pessoas mortas”. Por quê? Eu penso que o fato de eu ensinar história da igreja para os meus filhos é importante — tendo começado desde pequeninos — para que eles entendam a riqueza da fé, e que eu sou ordenado a isso a partir das Escrituras. (E sim, eles sabem que o herói deste Livro ressuscitou dentre os mortos).

 

Presumindo que eles têm ouvido, meus filhos podem dizer algo sobre Lutero, sobre as 95 teses e sobre uma porta da igreja em Wittenberg. (Eles até mesmo pronunciam o “W” como um “V”, porque acham que parece com o som de um inseto). Eles conseguem lhe dizer tudo sobre Calvino e seu confronto desagradável com William Farel. Podem dizer-lhe que William Carey é o pai das missões modernas (e provavelmente eles lembrarão que ele era um Batista). Podem dizer-lhe que Spurgeon fumava um charuto ocasionalmente e que um homem com o nome engraçado de Atanásio ganhou o dia em uma reunião convocada pelo Concílio de Nicéia (eles provavelmente dirão a data, a qual é 325 d.C.). Eles sabem que uma importante batalha ocorreu em uma ponte chamada Mílvio (ou como meu filho de 6 anos de idade chama: “Melvin”). Eles têm aprendido que aquelas pessoas que aparecem na nossa varanda especificamente aos sábados, com as suas revistas Sentinela nas mãos são os Arianos modernos. Eu tinha 30 anos antes que soubesse tudo isso.

 

De maneira alguma a história da igreja deve sobrepujar o ensino da Bíblia em família. O culto familiar e a Palavra de Deus devem vir em primeiro lugar em sua casa. Porém, os benefícios de ensinar-lhes algo sobre as pessoas importantes e movimentos da rica herança da Igreja são inumeráveis. Aqui estão sete razões pelas quais devemos ensinar história da Igreja aos nossos filhos.

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Devocional Banco da Fé • 22 de Outubro

 

Pleiteie a Sua Própria Promessa

 

“...tu, ó Senhor DEUS, o disseste; e com a tua bênção será para sempre bendita a casa de teu servo.” (2 Samuel 7:29)

 

Esta é uma promessa pleiteada, e por isso produz instruções duplas para nós. Qualquer coisa que o Senhor Deus falou, devemos receber como certamente verdadeiro e, em seguida, devemos pleiteá-lo diante do trono.

 

Oh, como é doce citar o que o nosso próprio Deus falou! Como é precioso usar um “portanto”, quanto ao que a promessa indica, como Davi fez neste verso!

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