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Devocional Banco da Fé • 15 de Outubro

 

Sustentados Pelo Alimento

“Assim como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo pelo Pai, assim, quem de mim se alimenta, também viverá por mim.” (João 6:57)


Nós vivemos em virtude de nossa união com o Filho de Deus. Como Deus-Homem Mediador, o Senhor Jesus vive pelo Pai autoexistente que O enviou, e da mesma maneira nós vivemos por meio do Salvador que nos vivificou. Aquele que é a fonte da nossa vida também é o sustentador dela. Viver é ser sustentado pela alimentação. Devemos favorecer a vida espiritual pelo alimento espiritual, e este alimento espiritual é o Senhor Jesus. Não a Sua vida ou morte, ou ofícios ou obras ou Palavra somente, mas Ele mesmo, como incluindo todos estes. No próprio Jesus nós somos alimentados.

Isso é demonstrado a nós na Ceia do Senhor, mas na verdade é vivido por nós quando meditamos sobre o nosso Senhor, cremos nEle com fé que dEle se apossa, nos apropriamos dEle em nós por amor, e O compreendemos pelo poder da vida interior. Nós sabemos o que é nos alimentarmos de Jesus, mas não podemos falá-lo ou escrevê-lo. Nossa forma de agir mais sábia é fazer isso mais e mais...

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O Que é Orar em Nome de Jesus? Por John Bunyan

 

[Extraído de Um Tratado sobre Oração • Editado]

 

A oração é derramar o coração e a alma de modo sincero, consciente e afetuoso através de Cristo. Faz-se necessário acrescentar que é através de Cristo. Caso contrário, cabe duvidar se é oração, mesmo que se empregue muita pompa e eloquência.

 

Cristo é o caminho pelo qual a alma tem acesso a Deus, e sem o qual é impossível que um único desejo chegue aos ouvidos do Senhor dos Exércitos: “Se pedirdes alguma coisa em Meu Nome, tudo o que pedirdes ao Pai em Meu Nome, será feito”. Esta foi a maneira que Daniel orou pelo povo de Deus, em nome de Cristo: “Agora, pois, ó Deus nosso, ouve a oração do teu servo, e as suas súplicas, e sobre o teu santuário assolado faze resplandecer o teu rosto, por amor do Senhor” (Daniel 9:17). E o mesmo Davi: “Por amor do teu nome (ou seja, por amor do Teu Cristo), Senhor, perdoa a minha iniquidade, pois é grande” (Salmo 25:11).

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Graciosos Lábios de Cristo, por Charles Haddon Spurgeon

 

Sermão Nº 3081, Publicado numa quinta-feira, 27 de fevereiro de 1908.
Por C. H. Spurgeon, em New Park Street Chapel, Southwark.


“A graça se derramou em teus lábios.” (Salmos 45:2)

 

QUE tema interminável existe no nome e na Pessoa de nosso bendito Senhor e Salvador Jesus Cristo! Os poetas das Escrituras nunca mencionam Sua Pessoa, mas eles mergulham de uma vez em rapsódias! Eles nunca cantam sobre Seu Nome, ou sobre Suas glórias, mas ao mesmo tempo parecem estar tão encantados pelo espírito da poesia que eles decolam com êxtases de alegria e seu amor mal consegue encontrar palavras para se expressar. O amor salta por cima da linguagem entre homens cultos, e assim o faz mais palpavelmente nas Sagradas Escrituras. Pegue, por exemplo, os Cânticos. Ali, o amor tencionou a linguagem ao máximo a fim de incorporar sua veemente paixão. Sim, tencionou tanto, que alguns de nós, se não preenchidos com amor por Deus, podemos apreciar pouco de sua brilhante elocução. Aqui, também, veja, o Salmista, com a harpa na mão, nem bem começa a meditar na Pessoa do Messias, exclama: “O meu coração ferve com palavras boas, falo do que tenho feito no tocante ao Rei. A minha língua é a pena de um destro escritor. Tu és mais formoso do que os filhos dos homens; a graça se derrama em Teus lábios”.

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Adoração, por A. W. Pink

 

Uma das falácias mais graves e destruidora de almas dos nossos dias é que as almas não-regeneradas são capazes de adorar a Deus. Provavelmente o maior motivo deste erro ter ganhado tanto terreno é a ignorância generalizada que prevalece sobre a...

 

A Genuína Natureza da Verdadeira Adoração

 

As pessoas imaginam que se participarem de um culto, comportarem-se com reverência, juntarem-se ao canto dos hinos, ouvirem respeitosamente o pregador e contribuírem para a oferta, elas realmente adoraram a Deus. Pobres almas iludidas, uma ilusão que se agrava pelo ofício sacerdotal enxertado no pregador moderno. Contra esta ilusão estão as palavras de Cristo em João 4:24, que são surpreendentes em sua simplicidade e pungência: “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade”.
 

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Diretrizes Para A Leitura De Livros Cristãos, por Richard Baxter

 

[A presente tradução consiste somente no Capítulo Directions for Reading Christian Books da obra Christian Directory (1673)]

 

Porque Deus fez dos excelentes santos escritos de Seus servos, a benção singular desta terra e época; e muitos podem ter um bom livro, mesmo a qualquer dia ou hora da semana, que não tenham, em absoluto, um bom pregador; eu aconselho os servos de Deus a serem gratos por tão grande misericórdia; e que façam uso disso, e leiam muito. A leitura, para a maioria, conduz mais ao conhecimento do que o ouvir, porque vocês podem escolher que assuntos e mais excelentes tratados lhe agradarem; e podem estar frequentemente nisso, e podem ler uma e outra vez o que esquecerem, e podem utilizar o tempo, enquanto prosseguem, para fixa-las em sua mente. E com muitos, a leitura faz mais do que com o ouvir também quanto a mobilizar o coração, pois, livros vivificados podem ser mais facilmente acessados do que pregadores vivificados.
 

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