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Devocional Banco da Fé • 18 de Fevereiro

 

Deus Responderá

 

“Ele cumprirá o desejo dos que o temem; ouvirá o seu clamor, e os salvará.” (Salmo 145:19)

 

Seu próprio Espírito operou esse desejo em nós, e, portanto, Ele o atenderá. É a Sua própria vida em nós que nos faz clamar, logo, Ele ouvirá. Aqueles que O temem são homens sob santíssima influência e, portanto, o seu desejo é glorificar a Deus e deleitarem-se nEle para sempre. Como Daniel, eles são homens de desejos, e o Senhor fará com que eles realizem os seus anelos.

 

Desejos santos são graça em germinação, e o lavrador celestial cultivará até que haja grãos maduros na espiga. Os homens que temem a Deus desejam ser santos e ser úteis, ser uma bênção para os outros, e assim desejam honrar ao seu Senhor. Eles desejam suprimentos para a sua necessidade, ajuda sob dificuldades, orientação na perplexidade e libertação no perigo; e, às vezes, esse desejo é tão forte e seu caso tão urgente que clamam em agonia como crianças com dor, e então o Senhor age de modo mais pleno e faz tudo o que é necessário de acordo com esta palavra: “e os salvará”.

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4 Lições que Pastores Podem Aprender com John Leadley Dagg, por Jared Longshore

 

John Leadley Dagg (1794-1884) se destaca como um ministro Cristão impressionante na América do século XIX. Ele foi considerado o primeiro teólogo sistemático Batista dos Estados Unidos, um título — em si — que chama a atenção.[1] Além disso, Dagg foi identificado como a figura representativa quando se trata de Batistas no sul durante o século XIX.[2] Ele foi anunciado como “um dos pensadores mais profundos produzidos por sua denominação”.[3] Como um líder pastor-teólogo de seus dias, temos muito a aprender com ele. Como Provérbios 13:20 diz: “O que anda com os sábios ficará sábio”. Então, aqui estão 5 lições do Dr. Dagg:

 

1. Em sua teologia e pregação enfatize o que a Escritura enfatiza.

 

Nós não estamos livres d​o perigo de enfatizar o que é menos importante e negligenciar o que é mais importante. Dagg aconselha: “É nosso dever manter e exibir todo o sistema da doutrina Cristã em todas as suas justas proporções”.[4] Como isso é realizado? Por nos entregarmos à Palavra de Deus. O ministro que tem um fluxo contínuo de Bíblia correndo por suas veias será menos tentado a cavalgar em certos cavalos de madeiras. Além disso, pregue Cristo e Sua cruz. A verdade divina pode ser vista como “um sistema revelado por Jesus Cristo, cujas partes se harmonizam belamente umas com as outras e se agrupam em torno da doutrina da cruz, o ponto central do sistema”.[5] Apresente cada doutrina com um olhar para Cristo e para o Calvário.

 

2. Esforce-se para viver uma vida de santa obediência.

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Um Discurso Sobre a Oração, por John Gill

 

"Então o que? Orarei com o Espírito, e orarei com o entendimento também.” (1 Coríntios 14:15)

 

O propósito dessa epístola é principalmente reprovar a Igreja em Corinto pelas divisões e contendas que havia lá, quanto a preferências em relação aos seus ministros: uns eram de Paulo, uns de Apolo, e outros de Cefas (Pedro); e erradicar algumas práticas erradas do meio deles, as quais favoreciam ou toleravam abertamente, tais como permitir uma pessoa iníqua em sua comunhão, ir à lei uns contra os outros perante magistrados pagãos, e o comportamento desordenado de muitos à mesa do Senhor. Tendo terminado esta parte de suas instruções, o apóstolo, no capítulo 12, insiste principalmente no assunto dos dons espirituais, onde discorre sobre a diversidade deles, sobre seu doador, e suas várias utilidades na igreja de Cristo, razão pela qual ele exorta os membros desta igreja a desejá-los sinceramente, embora não quisesse que dependessem deles, uma vez que não são necessários para salvação. No capítulo 13, ele prefere que busquem o dom da caridade, ou do amor, e mostra que, sem ele, os dons são inúteis e sem proveito para quem os possui. No capítulo 14, ele os encoraja a seguir o amor, e procurar com zelo os melhores dons espirituais, principalmente, diz ele, o de profetizar. Ele prova por muitos argumentos, especialmente com exemplos extraídos da edificação, que profetizar em um idioma conhecido, na língua compreendida pelas pessoas, é preferível a falar em uma língua desconhecida pelas pessoas, não conseguindo edificá-las. É evidente que, por profetizar, ele quer dizer não apenas pregar, mas orar, como argumenta nas palavras precedentes no texto acima, assim: Porque, se eu orar em uma língua desconhecida, o meu espírito ora bem, mas a minha mente fica infrutífera; isto é, quando eu orar em língua desconhecida, estando sob a inspiração do Espírito de Deus, faço uso desse dom extraordinário que ele concedeu a mim, e meu próprio espírito é realmente edificado: Mas o que eu concebo, entendo e expresso, é inútil e sem proveito para os outros, que não entendem o idioma no qual eu oro; portanto, diz ele: O que, então? O que deve ser feito nesse caso? O que é mais prudente e aconselhável? O que é mais desejável? Eu não devo orar com o Espírito em absoluto? Não farei uso desse dom extraordinário que o Espírito derramou sobre mim? Devo negligenciá-lo inteiramente, e colocá-lo de lado? Não, eu vou orar com o Espírito; vou fazer uso do dom que tenho, mas então será de tal forma que me farei compreendido pelos outros, vou orar também com o entendimento. Nestas palavras podem ser consideradas:

 

 

I. A obra e o exercício da oração, a qual o apóstolo se dispôs realizar na força de Cristo e com a assistência de Seu Espírito: vou orar. etc.

 

II. A maneira pela qual ele está desejoso de realizar esse dever: com o Espírito, e também com o entendimento.

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Devocional Banco da Fé • 9 de Dezembro

 

O “Tudo” da Fé

 

“E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê.” (Marcos 9:23)

 

Nossa incredulidade é o maior obstáculo em nosso caminho; na verdade, não há outra dificuldade real para o nosso progresso e prosperidade espiritual. O Senhor pode fazer tudo; mas quando Ele faz uma regra que de acordo com a nossa fé, assim será para conosco, nossa incredulidade detém as mãos de Sua onipotência.

 

Sim, as conspirações do mal serão dissipadas, se pudermos apenas crer. A verdade desprezada será valorizada, se nós apenas tivermos confiança no Deus da verdade. Nós suportaremos o nosso fardo de problemas ou passaremos ilesos pelas ondas da aflição se pudermos cingir os nossos lombos com o cinto da paz, afivelado pelas mãos da confiança.

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Devocional Banco da Fé • 14 de Novembro

 

O Nome a Ser Invocado

 

“Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.” (João 14:14)

 

Que promessa grandiosa! “Alguma coisa”! Todas as minhas necessidades, sejam grandes ou pequenas, são abarcadas por essa expressão: “alguma coisa”. Venha, minha alma, esteja à vontade no propiciatório e ouça o Teu Senhor dizer-te: “Abre bem a tua boca, e ta encherei” [Salmos 81:10].

 

Que promessa magnífica!

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