Textos

 
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O Chamado Divino para Missionários, por C. H. Spurgeon

 

Sermão Nº 1351. Pregado na manhã do Dia do Senhor, 22 de abril de 1877.
Por C. H. Spurgeon, no Tabernáculo Metropolitano, Newington.

 “Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim.” (Isaías 6:8)


Irmãos e irmãs, os pagãos estão perecendo e só há um caminho de salvação para eles, pois só há um Nome dado debaixo do Céu entre os homens pelo qual eles devem ser salvos. Deus, na gloriosa unidade de Sua Natureza Divina está chamando mensageiros que irão proclamar aos homens o Caminho da Vida. A partir da densa escuridão meus ouvidos podem ouvir aquele som misterioso e Divino, “A quem enviarei?”. Se você apenas escutar com o ouvido da fé, você pode ouvir isso nesta casa hoje: “A quem enviarei?”. Enquanto o mundo jaz sob a maldição do pecado, o Deus vivo, que não deseja que ninguém pereça, mas que venham a arrepender-se, está buscando mensageiros para proclamar a Sua misericórdia. Ele está perguntando, até mesmo em termos apelativos, por alguns que sairão para os milhões que morrem e contarão a maravilhosa história do Seu amor: “A quem enviarei?”.

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O Silêncio de Cristo Sob o Sofrimento, por R. Murray M´Cheyne

 

“Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.” (Isaías 53:7)
 

Quando os sacerdotes judeus costumavam levar o tenro e afável cordeiro para ser imolado no templo, ele não lutava, ele não opunha-se. Dessa forma, quando o tosquiador está cortando o alvo pelo das ovelhas, elas não lutam, não se opõem. Exatamente assim, quando Deus entregou o Seu Filho até a morte por todos nós, Ele não lutou, Ele não Se queixou. Quando o Cordeiro de Deus foi levado ao matadouro, Ele não murmurou. Quando os quatro soldados repartiram as Suas vestes entre eles, e por Sua vestimenta lançaram sortes; quando estes "tosquiadores" cruéis roubaram Sua alva pelagem, Ele esteve mudo, não abriu a boca.
 

Quando Ele foi oprimido e afligido pelo homem, Ele não respondeu uma palavra sequer. Por Deus igualmente foi oprimido e afligido, mas não murmurou. Agradou ao Senhor moê-lO. Ele O expôs à aflição. Ele esteve aflito, ferido por Deus, e oprimido. No entanto, Ele não falou. Ele não Se virou e exclamou: "Pai Justo, isto é injusto"; "Por que Eu deveria sofrer por pecados que Eu não cometi?"; "Senhor, Tu sabes que Eu sou imaculável e irrepreensível; Tu sabes que Eu não conheço o pecado, nem dolo algum se achou em Minha boca". Ele foi oprimido e afligido, tanto por Deus quanto pelo homem, mas não abriu a Sua boca. "Como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca" [Isaías 53:7].

 

Doutrina: Cristo ficou em silêncio sob Seus sofrimentos.

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Sobre a Necessidade e a Prática de Confessar a Fé, por Samuel Renihan

 

[05 de Novembro • 2015]


“A unidade sem verdade é antes uma conspiração.” [1]

 

A verdade é tão imutável como o Autor da verdade. É dever da igreja conhecer, acreditar e proclamar essa verdade. As vanguardas teológicas dos nossos dias não precisam nos conduzir a um novo caminho, mas aos experimentados, testados e verdadeiros caminhos da Igreja ao longo dos tempos. Elas podem remover pedras no caminho, novo ou velho. Elas podem adicionar clareza ao caminho que nós trilhamos com luz mais clara. Mas elas devem manter-nos na estrada. Isso só pode ser alcançado com uma confissão clara, abrangente e concisa de fé.

 

A Necessidade de uma Confissão de Fé

 

A comunhão é sempre construída sobre a união. A Confissão de Fé é, portanto, necessária para a unidade das igrejas individuais e para a unidade de várias igrejas. É a fonte de união externa sobre a qual a comunhão pode fundamentar-se. Nehemiah Coxe, um Batista Particular, disse:

 

Não pode haver paz sem a verdade do Evangelho, nem Comunhão dos Santos, sem um acordo de princípios fundamentais da Religião Cristã. Nós devemos batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos; e identificar aqueles que causam divisões entre nós por meio de suas novas doutrinas contrárias a isto, e evitá-los. [2]

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A Soberania de Deus Sobre o Mal, por David Mathis

 

Parte 1

Deus é o “Autor” do Pecado?

— 29 de agosto de 2007 —


Esta é primeira parte de uma série de outras 4 partes, sobre como falar da soberania de Deus sobre o pecado.

Em seus últimos três sermões, John Piper fez algumas declarações polêmicas a respeito da soberania de Deus sobre o pecado.
 

• 12 de agosto: “Deus criou [Satanás e seus demônios] sabendo o que e como eles seriam, exercendo nesse papel muito maligno, eles glorificariam a Cristo. Conhecendo tudo o que eles se tornariam, Deus criou-os para a glória de Cristo”.

• 19 de agosto: “Deus é soberano sobre Satanás e, portanto, a vontade de Satanás não acontece sem a permissão de Deus. Sendo assim, cada movimento de Satanás é parte do propósito e plano geral de Deus”.

• 26 de agosto: “Tudo o que existe, incluindo o mal, é ordenado por um Deus infinitamente santo e todo-sábio, afim de fazer a glória de Cristo brilhar com mais intensidade... O pecado de Adão e a Queda da raça humana nele, em pecado e miséria, não surpreendeu a Deus e faz parte do Seu amplo plano em mostrar a plenitude da glória de Jesus Cristo”.


Desiring God recebeu uma enxurrada de e-mails sobre isso — alguns até mais enérgicos que outros! — questionando (ou discordando abertamente) sobre a soberania de Deus sobre o pecado.

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As Características da Fé, por C. H. Spurgeon

 

As Características da Fé​, Sermão Nº 317. Pregado na manhã de Sabath, 27 de maio de 1860. Por C. H. Spurgeon, em Exeter Hall, Strand.

 “Então Jesus lhe disse: Se não virdes sinais e milagres, não crereis.” (João 4:48)


Você vai se lembrar que Lucas, em sua carta a Teófilo, fala de coisas que Jesus começou a fazer e ensinar como se houvesse uma ligação entre as Suas obras e os Seus ensinamentos. Na verdade, havia uma relação do tipo mais íntimo. Seus ensinamentos foram a explicação das Suas obras, e Suas obras confirmações de Seus ensinamentos. Jesus Cristo nunca teve ocasião para dizer: “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”. Suas palavras e Suas ações estavam em perfeita harmonia umas com as outras. Você pode ter certeza de que Ele era honesto no que dizia, porque o que Ele fez causou essa impressão em sua mente. Além disso, você foi levado a ver que o que Ele te ensinou deve ser verdade, porque Ele falava com autoridade, autoridade provada e demonstrada pelos milagres que Ele operava. Oh, meus irmãos em Cristo! Quando nossas biografias forem escritas afinal, Deus permita que não sejam apenas registros de nossas palavras, mas que possam ser a história de nossas palavras e ações! E que possa o bom Espírito habitar em nós para que, no final, todos possam ver que nossas ações não estiveram em conflito com as nossas palavras! Uma coisa é pregar, e outra coisa é praticar...

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