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Devocional Banco da Fé • 29 de Outubro

 

Diferenciação Perpétua

 

“E porei separação entre o meu povo e o teu povo; amanhã se fará este sinal.” (Êxodo 8:23)

 

Faraó tem um povo e o Senhor também tem um povo. Estes podem habitar juntos e parecerem ser semelhantes, mas há uma separação entre eles e o Senhor fará com que isso seja aparente. Nem sempre um evento acontecerá igualmente a todos, mas haverá uma grande diferença entre os homens mundanos e o povo eleito de Yahwéh.

 

Isso pode acontecer no tempo das decisões judiciais, quando o Senhor torna-Se o santuário dos Seus santos. É muito visível na conversão de crentes quando o seu pecado é removido, enquanto os incrédulos permanecem sob condenação. 

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Ordenação Ministerial: Sua Legitimidade e Limitações, por Steve Marquedant

 

[Carta Circular da ARBCA • 2008]

 

“Esta é uma palavra fiel: se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento; que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia (Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?); não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo. Convém também que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em afronta, e no laço do diabo.” (1 Timóteo 3:1-7)

 

 

Queridos irmãos,

 

O assunto apresentado pela Igreja do Pacto da Graça de Gilbert, Arizona [Grace Covenant Church of Gilbert, Arizona], e aprovada na Assembleia Geral da ARBCA do ano passado para a Carta Circular de 2008 possui o tema: “Ordenação Ministerial: Sua Legitimidade e Limitações”. Eles sugeriram que eu escrevesse esta Carta, e de comum acordo, as igrejas concordaram, então eu de bom grado e humildemente apresento o que se segue para vossa consideração.

 

A questão da ordenação ministerial é vital. O próprio Deus nos deu em Sua Palavra as qualificações para um ministro do Evangelho. Está fora do escopo deste artigo dar uma exposição dessas qualificações descritas em 1 Timóteo 3:1-7, em Tito 1: 6-9 e em outras partes das Escrituras. No entanto, uma vez que Deus deu à Sua igreja os requisitos para o ministério, denominações, associações, e até mesmo as igrejas locais não têm o direito de ignorar essas normas e ordenar homens que não as atingem de forma adequada. 

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Adeus! Por Anne Dutton

 

[Cartas de Anne Dutton Sobre Temas Espirituais • Then farewell forever!]

 

Minha mui querida irmã em nosso precioso Senhor,

 

Alegro-me em ouvir sobre a prosperidade de sua alma sob essas aflições que tenso vindo sobre seu corpo. Eu tenho novamente sido visitada com doença, e estou fraca. A mão e o coração de nosso próprio Deus, o nosso Deus de amor, está em tudo para nós. Em tudo, amemos, bendigamos e adoremos o Seu Nome, pois honrosas e gloriosas são todas as Suas obras, e Ele é mui digno de nosso louvor em tudo. Sob a doce, crescente influência do livre amor de Deus, nós O amamos tanto quando Ele franze a testa, como quando Ele sorri.

 

Um espírito crente, amoroso, adorador, sob castigo Divino, é um excelente espírito — um estado de alma que glorifica a Deus. Nossas aflições, leves como elas são, quando sendo colocadas sobre nós e nós resistimos sob elas, por meio da mão todo-graciosa e todo-poderosa do Senhor, são feitas bênçãos para nós. Elas podem muito bem ser suportadas por nós, não somente enquanto elas são designadas, e terminarão, em proveito presente e eterno de nossa alma, mas também, e principalmente, em que o nosso Deus é e será glorificado por demonstrar a Sua glória de Seus infinitos amor, graça, misericórdia, sabedoria, poder, fidelidade e bondade paternal em relação a nós nelas — e pela nossa atribuição de toda a honra em dever filial a Ele.

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Uma Palavra aos Pais, por A. W. Pink

 

Uma das características mais tristes e trágicas de nossa “civilização” do século XX é a terrível prevalência da desobediência por parte dos filhos em relação aos seus pais durante os dias da infância, e sua falta de reverência e respeito quando crescem. Isto é evidenciado de muitas maneiras, infelizmente, mesmo nas famílias de Cristãos professos. Em suas extensas viagens durante os últimos trinta anos, este escritor tem peregrinado em um grande número de casas. A piedade e a beleza de algumas delas permanecem memórias tão marcantes e perfumadas, mas outras delas deixaram as impressões mais dolorosas. Crianças que são obstinadas ou mimadas não apenas conduzem a si mesmas em perpétua infelicidade, mas infligem desconforto a todos os que entram em contato com elas e prenunciam coisas más para os dias vindouros.

Na grande maioria dos casos, as crianças não devem ser tão rigorosamente culpadas quanto os pais. A falha em honrar pai e mãe, onde quer que seja encontrada, é, em grande medida devida aos pais se afastarem do padrão bíblico. 

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Justificação Pela Graça, Por C. H. Spurgeon

 

Justificação Pela Graça, Sermão Nº 126. Pregado na manhã de Sabath, 5 de abril de 1857.
Por C. H. Spurgeon, no Music Hall, Royal Surrey Gardens.

 

“Sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus.” (Romanos 3:24)

 

O monte do conforto é o monte Calvário. O abrigo da consolação é edificado com o madeiro da cruz. O templo do fortalecimento celestial tem como fundamento a Rocha ferida, ferida pela lança que Seu lado perfurou. Não há cena alguma, em toda a história sagrada, que cause tanta alegria à alma como a cena do Calvário:


“Não é estranho que a negra hora,
Que sobre a terra pecadora jamais antes raiou,
Deve tocar o coração com poder mais suave
Para maior conforto que a alegria angelical?
E que para a cruz os olhos do pranteador devem mirar,
Antes que brilhem as estrelas de Belém?”


Em nenhum lugar a alma encontra semelhante consolação, como naquele onde reinou a miséria, triunfou a angústia, onde a agonia atingiu seu clímax. Ali, a Graça cavou uma fonte que jorra água pura como cristal, cada gota capaz de aliviar as aflições e as agonias da humanidade! Vocês têm tido seus períodos de aflição, meus irmãos e irmãs em Cristo. E vocês confessarão que não foi no Monte das Oliveiras que encontraram consolo, nem no Monte Sinai, nem no Tabor. Mas o Getsêmani, o Gabatá e o Gólgota têm sido os meios de conforto para vocês. As ervas amargas do Getsêmani têm frequentemente tirado as amarguras da nossa vida presente. O flagelo do Gabatá tem repetidamente açoitado nossos cuidados e o suspiro do Calvário tem colocado todos os outros suspiros em fuga.

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