Textos

 
1  2  3  >

Um Filho Honra o Seu Pai, por R. M. M’Cheyne

 

“O filho honra o pai, e o servo o seu senhor; se eu sou pai, onde está a minha honra? E, se eu sou senhor, onde está o meu temor? diz o SENHOR dos Exércitos a vós, ó sacerdotes, que desprezais o meu nome. E vós dizeis: Em que nós temos desprezado o teu nome?” (Malaquias 1:6)


A primeira convicção que é essencial para a conversão da alma, é a convicção do pecado; não aquela convicção comum de que todos os homens são pecadores, mas a convicção pessoal de que eu sou um pecador arruinado; não a convicção geral de que outros homens devem ser perdoados ou perecer, mas a convicção pessoal de que, eu, devo ser perdoado ou perecer. A partir daí, não há barreira maior no caminho desta verdade que está sendo impressa na alma, como a consciência particular de que possuímos muitas virtudes. Nós não conseguimos ser levados a crer que a imagem de Deus foi tão profundamente apagada de nossas almas como a Bíblia nos diz, quando reparamos dentro de nós mesmos e vemos expostas em outros, o que poderiam ser chamadas de virtudes ''quase'' Divinas. Os heróis dos quais temos lido na história, com o seu amor por seu povo, indiferença diante da morte e sua lealdade e fidelidade em suas amizades, parecem levantar-se diante de nós para pleitear a causa de uma humanidade ferida. E o que é mais perturbador nisto, é achar que a nossa prática diária benigna de hospitalidade, que as torrentes de generosidade sem limite e a compaixão que chora porque outro chora; todas estas coisas estando em harmonia com homens que não se importam com Cristo e sua salvação, parecem levantar uma barreira intransponível contra a verdade de que o homem é concebido em pecado e formado na iniquidade. Quando entramos em uma casa, e vemos todos os irmãos e irmãs desfazendo-se em lágrimas ao ver as agonias de uma irmã ao morrer; ou quando, vemos a ternura em afeto da mãe para com a criança doente em seu seio; a alegre obediência dos filhos, prestada ao sábio pai; ou em uma família, onde o servo administra com tal integridade e minunciosamente cuida dos assuntos de seu mestre terreno, ficamos prontos a questionar: de fato será este um mundo de pecado? É possível que a ira de Deus possa estar guardada para um mundo assim? Será admitido frequentemente, que sim, existem alguns homens absolutamente desprezíveis e incorrigíveis, tão perdidos em seus caminhos desesperadamente maldosos, que nada mais é esperado para eles, senão, uma eternidade de sofrimento. Há um grupo de dissolutos, entretanto, à parte de Deus, e que zomba do seu nome e da religião. Há ateus, que negam abertamente sua própria existência; infiéis, que abertamente negam que Cristo veio em carne. Há assassinos de sangue frio e piores do que assassinos, que são vistos por todos como uma desgraça para o nome do homem. Para estes, poucos se atrevem a fazer defesa ou dá-los isenção da vingança terrível que aguarda os ímpios. Para que, assim, haja alguma consistência nas palavras de julgamento: “O abominável, os homicidas, os impuros, os feiticeiros, os idólatras e todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre”. Contudo, dizer, que à criança obediente, e ao servo fiel, à mãe afetuosa, ao próximo generoso e prestativo, ou ao homem de inteligência e sentimento bom, que todos eles deveriam, eternamente, estar juntos na porção de destruição daqueles, e lançados às mesmas chamas eternas, simplesmente porque eles não creem em Jesus: esta é a pedra de tropeço em que milhares tropeçam e caem, para sua perda inevitável.

Veja mais

A Gloriosa Predestinação, por C. H. Spurgeon

 

A Gloriosa Predestinação, Sermão Nº 1043. Pregado na manhã do Dia do Senhor, 24 de março de 1872. Por C. H. Spurgeon, no Tabernáculo Metropolitano, Newington.

“Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.” (Romanos 8:29)


Você deve ter notado que, neste capítulo, Paulo havia exposto uma profunda experiência espiritual interior. Ele escreveu sobre o espírito de escravidão e o espírito de adoção, as fraquezas da carne e a ajuda do Espírito Santo. Ele escreve sobre a espera pela redenção do corpo e os gemidos inexprimíveis. Era muito natural, portanto, que uma profunda experiência espiritual deveria levá-lo a uma percepção clara das Doutrinas da Graça, pois tal experiência é uma escola em que só as grandes verdades de Deus são efetivamente aprendidas. A falta de profundidade na vida interior representa a maior parte do erro doutrinário na Igreja.

Veja mais

O Batismo Infantil e o Princípio Regulador do Culto, por Fred A. Malone

 

Nossos amigos Presbiterianos muitas vezes afirmam que a autoridade para o batismo infantil vem de “boa e necessária inferência” da circuncisão de recém-nascidos, a partir do Antigo Testamento, não do comando positivo, exemplo, ou instituição no Novo (WarfieldBerkhofMurrayet al). Na verdade, eles admitem aberta e regularmente que não há nenhum comando ou exemplo de batismo infantil no Novo Testamento, ou de fato, em todas as Escrituras.

Batistas frequentemente rejeitam o batismo infantil Presbiteriano, mostrando que a visão Pedobatista (“Batismo de infante”) sobre a teologia pactual erroneamente autoriza a “boa e necessária inferência” a partir da circuncisão do Antigo Testamento para anular a única instituição positiva do batismo no Novo Testamento, a saber, o batismo de discípulos somente. Este é um argumento adequado. No entanto, poucos reconhecem que esse erro Presbiteriano é uma violação de seu próprio “princípio regulador do culto”. Ainda assim, a prática do batismo infantil faz exatamente isso.

Veja mais

A Promessa Da Livre Graça, por C. H. Spurgeon

 

A Promessa Da Livre Graça, Sermão Nº 2082. Destinado ser lido no Dia do Senhor, 5 de maio de 1888. Pregado na quinta-feira, 11 de outubro de 1888. Por C.H. Spurgeon, No Tabernáculo Metropolitano, Newington.

“E há de ser que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.” (Joel 2:32)


A VINGANÇA estava vindo em plena carreira. Os exércitos da justiça Divina haviam sido convocados para a guerra: “Como valentes correrão, como homens de guerra subirão os muros” [Joel 2:7]. Eles haviam invadido e devastado a terra, fizeram a terra que era como o jardim do Éden em um deserto desolado. Todos os rostos se tornaram sombrios, as pessoas estavam “muito aflitas”. O próprio sol estava escuro, a lua escureceu e as estrelas retiraram-se, a terra e os céus estremeceram. Em um momento tão terrível; quando menos poderíamos esperar, entre os trovões e os relâmpagos, foi ouvida esta palavra graciosa, “E há de ser que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”.

Veja mais

Batismo, Essencial Para A Obediência, por C. H. Spurgeon

 

Batismo, Essencial Para A Obediência, Sermão Nº 2339. Um sermão destinado para ser lido no Dia do Senhor, 17 de dezembro de 1893. Proferido por C. H. Spurgeon, no Tabernáculo Metropolitano, Newington. Na noite do Dia do Senhor, 13 de outubro de 1889.

“Quem crer e for batizado será salvo.” (Marcos 16:16)


Se nossas congregações fossem o que deveriam ser, seria uma questão muito simples pregar, pois um sermão precisaria somente ser como as ordens dadas por um comandante às suas tropas: curtas, agudas, simples, claras e distintas! Nossos ouvintes não precisariam de ilustrações e metáforas, eles simplesmente pediriam que fosse dito o que eles deveriam fazer para serem salvo, e quanto mais claramente isso pudesse ser dito, mais satisfeito eles ficariam. Eu tentarei, nesta noite, pregar esse tipo de sermão, mergulhando o pregador na caixa de boas notícias, falando claramente acerca do caminho da salvação. Se você quer ser salvo, ouça a minha mensagem. Se você não se importa com a salvação, ainda assim, talvez, quando você ouvi-la, você pode sentir desejo, e Deus o abençoe. Meu texto é precedido e seguido por outras palavras importantes, “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado”.

Veja mais

TEMAS

AUTORES

ARQUIVOS

1  2  3  >

INSCREVA PARA RECEBER
NOSSAS ATUALIZAÇÕES: