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Memorial De Uma Mulher, por C. H. Spurgeon

 

Memorial De Uma Mulher, Sermão Nº 286. Pregado na manhã de Sabath, 27 de novembro de 1859. Por C. H. Spurgeon, no Musica Hall, Royal Surrey Gardens.

“Em verdade vos digo que, onde quer que este evangelho for pregado em todo o mundo, também será referido o que ela fez, para memória sua.” (Mateus 26:13)


Os evangelistas são, naturalmente, os historiadores da época de Cristo. Mas que historiadores estranhos eles são! Eles ignoram apenas o que o mundano escreveria e registram apenas o que o mundano teria desprezado. Que historiador teria pensado em registrar a história da viúva e suas duas moedinhas? Teria um Hume ou um Smollet poupado metade de uma página para tal incidente? Ou você acha que mesmo um Macaulay poderia ter encontrado em sua pena escrever uma história de uma mulher excêntrica que quebrou um vaso de alabastro com óleo precioso sobre a cabeça de Jesus? Mas assim é. Jesus valoriza as coisas, não pelo seu resplendor e brilho, mas por seu valor intrínseco. Ele ordena aos Seus historiadores registrarem não as coisas que devem deslumbrar os homens, mas aquelas que deverão instruir e ensinar-lhes em Seu Espírito. Cristo valoriza a...

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Um Bom Soldado De Jesus Cristo, por C. H. Spurgeon

 

Um Bom Soldado De Jesus Cristo, Sermão Nº 938. Pregado na manhã do Dia do Senhor, em 26 de junho de 1870. Por C. H. Spurgeon, no Tabernáculo Metropolitano, Newington.

“Bom soldado de Jesus Cristo.” (2 Timóteo 2:3)


Muitos homens, muitas mentes. Em referência ao que um Cristão é, houve muitas e diversas opiniões, de acordo com as noções de alguns, um Cristão é um requintado de gostos extremamente delicados, ele não pode adorar a não ser que seja em um lugar cuja arquitetura é corretamente gótica, caso contrário, sua alma delicada ficará chocada, ele é incapaz de oferecer a oração corretamente a menos que suas devoções sejam elevadas sobre as asas da música mais escolhida e, mesmo assim, dificilmente ele será bem sucedido a menos que ele seja auxiliado por diversos cavalheiros, cujo pedigree, como o de cavalos de corrida , pode ser claramente traçado, e cujas vestes o alfaiate tem formado de acordo com as instruções do livro de moda eclesiástica para as várias estações do ano! Se isso é ser um Cristão nestes dias, é preciso confessar...

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JESUS!, por C. H. Spurgeon

 

JESUS!, Sermão Nº 1434. Pregado na manhã do Dia do Senhor, 15 de setembro de 1878. Por C. H. Spurgeon, no Tabernáculo Metropolitano, Newington.

E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.” (Mateus 1:21)


Bernardo deliciosamente disse que o nome de Jesus é mel para a boca, melodia para o ouvido e alegria para o coração. Alegro-me com essa expressão no que me diz respeito, pois ela me dá o prazer que me cabe e me leva a esperar que, enquanto eu estou falando, a doçura do precioso nome de Jesus venha a encher minha própria boca. Aqui, também, há uma porção para vocês que estão ouvindo, é melodia para os ouvidos! Mesmo que minha voz venha a ser dura e as minhas palavras discordantes, vocês ainda podem ter música de ordem excelente, pois o nome em si é essencial melodia e todo o meu sermão vai badalar com sua nota de prata! Que ministro e ouvinte juntem-se à terceira palavra da frase de Bernardo e que possamos todos nós tê-lo como alegria em nossos corações, um jubileu dentro de nossas almas! Jesus é o caminho para Deus, por isso...

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As Doutrinas da Graça Não Levam Ao Pecado, por C. H. Spurgeon

 

As Doutrinas da Graça Não Levam Ao Pecado, Sermão Nº 1735. Pregado na manhã do Dia do Senhor, 19 de agosto de 1883. Por C. H. Spurgeon, no Exeter Hall.

“Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça. Pois que? Pecaremos porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum.” (Romanos 6:14-15)


Na última manhã de Sabath eu tentei mostrar que a substância e essência do verdadeiro Evangelho é a doutrina da graça de Deus; de fato, se você tirar a graça de Deus do Evangelho você terá extraído dele seu próprio sangue vital e não há mais nada que valha a pena pregar nem acreditar, ou que valha a pena lutar. A graça é a alma do Evangelho, sem ela, o Evangelho está morto. A graça é a música do Evangelho, sem ela o Evangelho é silenciado quanto a todo o consolo. Eu também procurei expor a Doutrina da Graça, em termos breves, ensinando que Deus trata com os pecadores sobre a base da pura misericórdia, considerando-os culpados e condenados, Ele concede livre perdão, completamente independente do caráter passado, de quaisquer boas obras que possam ser previstas. Movido apenas por piedade, Ele elaborou um plano para o resgate do pecado e de suas consequências, um plano em que graça é a característica principal.

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O Trono da Graça, por C. H. Spurgeon

 

O Trono da Graça, Sermão Nº 1024. Pregado na manhã do Dia do Senhor, 19 de novembro de 1871. Por C.H. Spurgeon, no Tabernáculo Metropolitano, Newington.

“O Trono da Graça.” (Hebreus 4:16)


Estas palavras são encontradas embutidas neste verso gracioso: “Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno”. Elas são uma joia engastada em ouro; a verdadeira oração é uma aproximação da alma, através do Espírito de Deus, ao trono de Deus; não é a pronunciação de palavras. Não é somente o sentimento de desejos; é a progressão dos desejos a Deus, a aproximação espiritual de nossa natureza ao Senhor nosso Deus. A verdadeira oração não é um mero exercício mental, nem uma performance vocal, mas é muito mais profunda do que isso, é...

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