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Aquele que Confessa e Aquele que Não Confessa, A Confissão de Fé de João, por Thomas Nettles

 

As diferenças teológicas substanciais que começaram a surgir nos dias dos apóstolos fizeram com que eles desenvolvessem declarações confessionais curtas e concisas que resumissem elementos vitais do ensino apostólico. Estes serviram de ponto de divisão entre os que professavam a verdade e os que professavam o erro. O apóstolo João encontrou alguns professos infiltrados na igreja que ensinavam que Jesus era apenas um espírito que parecia estar em um corpo verdadeiro. Outros ensinaram que Jesus era apenas um homem que serviu por pouco tempo como um veículo para a presença e o ensino de que um espírito divino o deixou pouco antes dEle morrer.

 

A fim de expor os professos de ambos os erros, João apresentou uma declaração confessional simples, mas altamente evocativa: “Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus”. (1 João 4:2-3). A parte negativa dessa confissão toma o contexto da primeira parte, isto é, não é de Deus quem não confessa que o homem chamado Jesus é o Cristo que veio em carne.

 

1. Significa que temos comunhão com o Pai

 

Essa confissão resume muito do ensino básico que João enfatizou ao longo desta carta. Ao mostrar que Deus, o Filho, Jesus de Nazaré e o Cristo prometido eram todos a mesma pessoa desde o ponto de sua concepção, João encheu sua curta epístola com uma pertinente e fértil fraseologia. Nossa comunhão é com “Pai, e com seu Filho Jesus Cristo” (1:3). O homem que eles conheciam como Jesus existiu eternamente como o Filho de Deus e veio ao mundo em cumprimento de todas as profecias messiânicas, para efetuar nossa comunhão com o Pai.

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Devocional Banco da Fé • 10 de Fevereiro

 

Uma Testemunha Constante

 

“Porque hás de ser sua testemunha para com todos os homens do que tens visto e ouvido.” (Atos 22:15)

 

Paulo foi escolhido para ver e ouvir o Senhor falando com ele desde o Céu. Essa eleição divina foi um privilégio elevado para ele mesmo; mas não tinha a intenção de ficar somente com ele; foi concebida para ter uma influência sobre outras pessoas, sim, sobre todos os homens. Mesmo agora, é a Paulo que a Europa deve o Evangelho.

 

Cabe a nós — em nossa medida — ser testemunhas daquilo que o Senhor nos revelou, e é para nosso risco que escondemos a revelação preciosa. Primeiro, precisamos ver e ouvir, ou não teremos nada para contar; mas quando fizermos isso, devemos estar desejosos para dar nosso testemunho. Este deve ser pessoal: “hás de ser”. Deve ser por Cristo: “hás de ser sua testemunha”. Deve ser constante e supremo; devemos ser testemunhas acima de tudo e com a exclusão de muitas outras coisas. Nosso testemunho não deve ser para um grupo seleto que nos receberá com alegria, mas a “todos os homens” — a todos aqueles que podemos alcançar, jovem ou velho, rico ou pobre, bom ou mau. Nunca devemos ficar em silêncio como aqueles que são possuídos por um espírito mudo...

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Devocional Banco da Fé • 4 de Fevereiro

 

Jesus Voltará

 

“Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós.” (João 14:18)

 

Jesus nos deixou, e ainda assim não somos deixados órfãos. Ele é o nosso consolo, e Ele se foi; mas nós não ficamos desconsolados. Nosso consolo é que Ele virá a nós, e esse é consolo suficiente para nos sustentar em meio à Sua ausência prolongada. Jesus já está a caminho: Ele diz: “Eis que cedo venho”: Ele cavalga rapidamente em nossa direção. Ele diz: “Voltarei”, e ninguém pode impedir a Sua vinda, ou atrasá-lo. Ele diz, de modo especial: “Voltarei para vós”; e assim Ele fará. Sua vinda é especialmente para e pelo Seu próprio povo. Este deve ser o seu conforto presente enquanto lamentamos que o Noivo ainda não se manifestou.

 

Quando perdemos a percepção alegre da Sua presença nós lamentamos, mas não podemos nos entristecer como se não houvesse esperança.

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Devocional Banco da Fé • 20 de Janeiro

 

O Vencedor


“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no meio do paraíso de Deus.” (Apocalipse 2:7)

 


Nenhum homem pode retroceder no dia da batalha ou se recusar a ir para a guerra santa. Devemos lutar se quisermos reinar, e precisamos continuar a luta até que vençamos todos os inimigos, ou então esta promessa não é para nós, uma vez que é apenas para “o que vencer”. Nós venceremos os falsos profetas que têm vindo ao mundo e todos os males que acompanham os seus ensinamentos. Nós venceremos a nossa própria fraqueza de coração e a tendência de esfriamento do nosso primeiro amor.

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Devocional Banco da Fé • 18 de Janeiro

 

Cristo e Seus Filhos



“Quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade.” (Isaías 53:10)

 


Nosso Senhor Jesus não morreu em vão. Sua morte foi sacrificial: Ele morreu como nosso substituto, porque a morte era a penalidade devida aos nossos pecados. Porque a Sua substituição foi aceita por Deus, Ele salvou aqueles por quem pôs a Sua alma como sacrifício. Pela morte, Ele se tornou como o grão de trigo que dá muito fruto. Deve haver muitos filhos de Jesus; Ele é “o Pai da eternidade”. Ele dirá: “Eis-me aqui a mim, e aos filhos que Deus me deu” [Isaías 9:6; Hebreus 2:13].

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