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Confissões de Fé Nos Ajudam a Obedecer a Mandamentos Bíblicos, por Thomas Nettles

 

Um Duplo Dever

 

Duas expectativas consistentes do Cristianismo bíblico — a declaração e a proteção da pureza da fé — deram origem às confissões. À parte de alguma declaração do conteúdo da Fé, ninguém pode fazer uma profissão convincente de fé pessoal. O coração crente proclama sua confiança tanto na Pessoa quanto na verdade que salva. Romanos 10:9-10 inclui ambos: “Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação”. O credo da justificação através da obra completa de Cristo, ao qual o coração dá o seu assentimento, é expresso publicamente pela submissão ao senhorio de Cristo. Antes que possa confessar, ele deve entender e acreditar. Quando alguém confessa, deve confessar verdades que previamente haviam adentrado em seu coração. Portanto, a fé não é somente uma questão de coração, mas ela concorda cordialmente com a proposição testável de que “Deus o ressuscitou dentre os mortos”.

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Aquele que Confessa e Aquele que Não Confessa, A Confissão de Fé de João, por Thomas Nettles

 

As diferenças teológicas substanciais que começaram a surgir nos dias dos apóstolos fizeram com que eles desenvolvessem declarações confessionais curtas e concisas que resumissem elementos vitais do ensino apostólico. Estes serviram de ponto de divisão entre os que professavam a verdade e os que professavam o erro. O apóstolo João encontrou alguns professos infiltrados na igreja que ensinavam que Jesus era apenas um espírito que parecia estar em um corpo verdadeiro. Outros ensinaram que Jesus era apenas um homem que serviu por pouco tempo como um veículo para a presença e o ensino de que um espírito divino o deixou pouco antes dEle morrer.

 

A fim de expor os professos de ambos os erros, João apresentou uma declaração confessional simples, mas altamente evocativa: “Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus”. (1 João 4:2-3). A parte negativa dessa confissão toma o contexto da primeira parte, isto é, não é de Deus quem não confessa que o homem chamado Jesus é o Cristo que veio em carne.

 

1. Significa que temos comunhão com o Pai

 

Essa confissão resume muito do ensino básico que João enfatizou ao longo desta carta. Ao mostrar que Deus, o Filho, Jesus de Nazaré e o Cristo prometido eram todos a mesma pessoa desde o ponto de sua concepção, João encheu sua curta epístola com uma pertinente e fértil fraseologia. Nossa comunhão é com “Pai, e com seu Filho Jesus Cristo” (1:3). O homem que eles conheciam como Jesus existiu eternamente como o Filho de Deus e veio ao mundo em cumprimento de todas as profecias messiânicas, para efetuar nossa comunhão com o Pai.

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O Nono Mandamento — Verdade, por Cornelius Van Til

 

Podemos resumir o significado deste Mandamento, dizendo que ele requer de nós que respeitemos, mantenhamos e desenvolvamos o bom nome de nós mesmos e de nossos vizinhos. O significado literal das palavras refere-se a jurar falsamente em tribunal. Ou seja, de acordo com o modo de promulgação das outras leis, que cada vez mencionam a forma mais extrema de transgressão. Neste caso, como nos outros, devemos voltar a partir desta forma mais extrema de transgressão ao estado original das questões a fim de verificar qual era naquele tempo o requerimento positivo, embora não expresso.

Agora, a fim de fazer isso, devemos observar que o homem como criatura de Deus e como portador da imagem de Deus deveria dar a interpretação ao universo. Ele deveria buscar aprofundar cada vez mais a natureza da realidade criada, da qual ele mesmo fazia parte. Deus expressou Suas ideias, Seu plano neste universo criado. Era o privilégio dos homens buscar estes pensamentos de Deus, que são a verdade do universo criado. Este deveria ser o homem da ciência. E ali havia espaço infinito para expansão. Além disso, havia a garantia real do progresso. O universo criado foi o produto da interpretação de Deus; o homem poderia, portanto, ter certeza de que sua própria interpretação estava correta se esta apenas correspondesse à interpretação de Deus. Se assim fosse, o homem teria coerência consigo mesmo, como Deus teve coerência conSigo mesmo. Assim, o verdadeiro método científico deveria ser a implicação na interpretação de Deus. Não era para ser nem pura indução, nem pura dedução. O universal e o particular, sempre existiram juntos. Nenhum detalhe da existência foi considerado à parte do seu centro de referência no universo criado, a mente do homem e, finalmente, a partir de seu centro de referência na mente de Deus.

O homem amaria a verdade, porque a verdade era uma expressão da mente de Deus e, finalmente, era Deus. Haveria cooperação com o seu próximo, pois cada um teria o mesmo amor por Deus.

Então, em uma má hora o homem não queria mais ser homem. Ele queria ser como Deus. Já não amava a Deus. Fez de si mesmo, em vez de Deus, o centro de referência daquilo que ele agora chamava de a sua busca pela verdade. O Diabo tinha ensinado os homens a olhar para além de Deus, pela verdade. Ele afirmou diante do homem a ilusão de que ele pode, eventualmente, ser como Deus. Não havia possibilidades além Deus? O homem deveria experimentar. Ele não vivia mais pelo ipse dixit de Deus. A história deveria provar o que era verdade.

Qual foi o resultado? Fracasso e ruína. O homem tentou ser o que ele não podia ser. Ele era uma criatura e não poderia ser mais do que isso, visto que existe um Deus. O homem se rebelou contra esta verdade metafísica. Ele estabeleceu-se como um Deus. Ele, em vez de Deus, viria a tornar-se o padrão último da verdade. Ele considerou que o seu pensamento era tão original e tão abrangente quanto o de Deus. Esta foi a mentira. A mentira é autocontraditória. O homem tornou-se uma casa dividida contra si mesma. Quando ele disse que poderia ser como Deus, ele disse que a possibilidade era maior do que Deus. Assim, as leis de Deus, o Seu plano, em suma, a Sua afirmação foi rebaixada. Contra Ele foi estabelecida uma negação que era apenas fundamental. Isso parecia tão inocente. No entanto, porque Deus é a afirmação definitiva nenhuma negação pode ser estabelecida em Seu nível. A tentativa de fazer isso nada é, senão uma fútil negação da afirmação de Deus. Foi isso que uma criatura fez. O Diabo fez isso originalmente. Ele é, portanto, o espírito completamente autocontraditório. Ele é autocontraditório, porque ele contradiz a Deus. A criatura é determinada por definição. Ela não pode viver, senão na atmosfera do plano de Deus. Uma criatura tentar viver uma existência indeterminada implica a sua explosão. A atmosfera externa é removida. Ela encontra-se no vácuo. O Inferno é o único vácuo completo. Por isso no livro de Apocalipse nenhum som perturbador saiu dele para perturbar a glória do novo Céu e da nova Terra. Isto não é devido a qualquer invólucro artificial. É devido à paralisia dos ocupantes no vácuo. O Diabo é a mentira metafísica.

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Devocional Banco da Fé • 7 de Janeiro

 

Sempre Crescendo

 

“Coisas maiores do que estas verás.” (João 1:50)

 

Isso é falado para um crente semelhante a uma criança, quem estava pronto para aceitar Jesus como o Filho de Deus, o Rei de Israel, mediante um argumento convincente. Aqueles que estão dispostos a ver, verão; é porque nós fechamos nossos olhos que nos tornamos tão tristemente cegos.

 

Nós já temos visto muito. O Senhor nos mostrou coisas grandes e insondáveis, pelas quais louvamos o Seu nome; mas há verdades maiores na Sua Palavra, maiores profundidades de experiência, níveis mais elevados de comunhão, maiores obras úteis, maiores descobertas de poder, amor e sabedoria. Estes nós ainda veremos se estivermos dispostos a crer em nosso Senhor. A capacidade de inventar uma falsa doutrina é desastrosa, mas o poder de ver a verdade é uma benção.

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Devocional Banco da Fé • 1 de Dezembro

 

Verdadeira Postura para Andar

 

“Quem anda em sinceridade, anda seguro.” (Provérbios 10:9)

 

Sua caminhada pode ser lenta, mas é segura. O que se apressa a enriquecer não ficará impune, nem seguro; mas a perseverança constante na integridade, se não trouxer riqueza, certamente trará paz. Fazendo o que é justo e certo, somos como alguém de pé sobre a rocha, pois temos confiança de que cada passo que damos é em terreno sólido e confiável. Por outro lado, o maior sucesso por meio de ações questionáveis ​​ sempre será obscuro e traiçoeiro, e o homem que o obteve sempre estará com medo de que um dia de ajuste de contas virá, e, então, os seus lucros condená-lo-ão.

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