Textos

 

Graça e Livre-Arbítrio, por Agostinho de Hipona (Prefácio e Caps. 1-4)

 

Graça e Livre-Arbítrio
Um tratado por Agostinho de Hipona

 

Um tratado endereçado a Valentino e aos monges de Adrumetum, e concluído em um só livro. Escrito em 426 ou 427 D.C.



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Prefácio

 

Neste tratado[1] Agostinho nos ensina a tomar cuidado em sustentar a graça pela negação da liberdade da vontade, ou a liberdade da vontade pela negação da graça; pois é evidente a partir do testemunho da Escritura que há no homem uma livre escolha da vontade; e também existem nas mesmas Escrituras provas inspiradas dadas daquela mesma graça de Deus, sem a qual nada podemos fazer de bom. Depois, em oposição aos Pelagianos[2], ele prova que a graça não é concedida de acordo com os nossos méritos[3]. Ele explica como a vida eterna, que é concedida para as boas obras, é realmente de graça. Então, passa a mostrar que a graça que nos é dada por nosso Senhor Jesus Cristo não é nem o conhecimento da lei, nem natureza, nem simplesmente a remissão dos pecados; mas que é a graça que nos faz cumprir a lei, e faz com que a natureza seja libertada do domínio do pecado.

 

Agostinho demole aquele subterfúgio vão dos Pelagianos, no sentido de que “a graça, embora não seja concedida de acordo com o mérito das boas obras, ainda é dada de acordo com o mérito da antecedente boa-vontade do homem que crê e ora”. O autor incidentalmente toca a questão, por que Deus ordena o que Ele mesmo pretende dar, e se Ele nos impõe quaisquer comandos que não somos capazes de realizar...

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A  

oração é uma ordenança de Deus para o uso tanto público como privado: Mais ainda, é uma ordenança que coloca aqueles que têm o espírito de súplica em estreita relação com Ele, e também possui efeitos tão notáveis que alcançam grandes coisas de Deus, tanto para uma pessoa que ora, como para aqueles por quem ela ora. Abre, por assim dizer, o coração de Deus, e, através dela, a alma mesmo quando vazia, é preenchida. Através da oração o Cristão também pode abrir seu coração a Deus como o faria com um amigo, e obter um renovado testemunho de Sua amizade. Muitas palavras poderiam ser utilizadas aqui para distinguir entre oração pública e privada, assim como entre a do coração e a dos lábios. Também poderia dizer algo para fazer a diferença entre os dons e graças na oração, mas, deixando este método de lado, desta vez me ocuparei somente em mostrar a alma da oração, sem a qual toda elevação de mãos, olhos ou vozes seria completamente desprovida de propósito.

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