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Devocional Banco da Fé • 14 de Março

 

Conforto Afetuoso

 

“Como alguém a quem consola sua mãe, assim eu vos consolarei.” (Isaías 66:13)

 

Ah, o conforto de uma mãe! Isso é em si a ternura. Como ela se compadece do sofrimento do seu filho! Como ela o aperta contra o peito e tenta colocar toda a tristeza dele sobre o seu próprio coração! Ele pode dizer-lhe tudo, e ela vai simpatizar como ninguém mais. De todos os confortos, a criança ama mais o de sua mãe, e até mesmo homens crescidos têm se sentido assim.

 

Yahwéh condescende em agir como uma mãe? Isso é bondade de fato. Nós prontamente percebemos como Ele é um pai; mas Ele também será como uma mãe? Isso não nos convida a uma santa familiaridade, confiança sem reservas e bendito descanso? Quando o próprio Deus se torna “o Consolador”, nenhuma angústia pode permanecer. Contemos a nossa dificuldade, e nos expressemos prontamente apesar dos soluços e suspiros. Ele não nos desprezará pelas nossas lágrimas; nossa mãe não faz assim. Ele considerará a nossa fraqueza como a mãe faz, e Ele passará por nossos defeitos, de forma mais certa e segura do que nossa mãe poderia fazia. Não suportemos a dor sozinhos, isso seria indelicado com alguém tão gentil e amável. Vamos começar o dia com o nosso amável Deus, e assim terminaremos o dia na mesma companhia; já que as mães jamais se cansam de seus filhos.

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Devocional Banco da Fé • 13 de Março

 

Não Despreze a Sua Juventude

 

“Então disse eu: Ah, Senhor DEUS! Eis que não sei falar; porque ainda sou um menino. Mas o Senhor me disse: Não digas: Eu sou um menino; porque a todos a quem eu te enviar, irás; e tudo quanto te mandar, falarás.” (Jeremias 1:6-7)

 

Jeremias era jovem e sentiu um receio natural quando foi enviado em uma grande missão pelo Senhor; mas aquele que o enviou não queria que ele dissesse: “Eu sou um menino”. O que ele era em si mesmo não deve ser mencionado, mas abandonado na consideração de que havia sido escolhido para falar em nome de Deus. Ele não tinha que ponderar e inventar uma mensagem, nem escolher uma audiência: ele deveria falar o que Deus ordenou e falar onde Deus o enviou, e isso ele seria capacitado a fazer, mas não em sua própria força. Não é assim com algum jovem pregador ou professor que lê essas linhas? Deus sabe como você é jovem e quão pequeno é o seu conhecimento e experiência; mas se Ele quiser enviar-lhe, você não deve recuar diante do chamado celestial. Deus magnificará a Si mesmo em nossa fraqueza. Se você fosse tão velho quanto Matusalém, quanto os seus anos o ajudariam? Se você fosse tão sábio quanto Salomão, você poderia ser tão voluntarioso quanto ele. Retenha a Sua mensagem, e essa será a sua sabedoria; siga as Suas ordens de marcha, e essas serão a sua prudência.

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Devocional Banco da Fé • 12 de Março

 

Saindo com Alegria

 

“E de Zebulom disse: Zebulom, alegra-te nas tuas saídas.” (Deuteronômio 33:18)

 

As bênçãos das tribos são nossas; pois somos o verdadeiro Israel que adora a Deus em espírito e não confiamos na carne. Zebulom deve se alegrar porque o Senhor abençoará as suas “saídas”; vemos também uma promessa latente para nós mesmos nessa bênção. Quando nós saímos, buscaremos ocasiões de alegria.

 

Nós saímos para viajar, e a providência de Deus é a nossa proteção. Nós saímos de mudança, e o Senhor permanece conosco na terra e no mar. Nós saímos como missionários, e Jesus diz: “Eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos” [Mateus 28:20]. Nós saímos para o dia a dia de trabalho, e podemos fazê-lo com prazer, pois Deus estará conosco desde a manhã até a noite.

 

Um medo, às vezes, vem sobre nós quando saímos, pois não sabemos o que podemos enfrentar; mas essa bênção bem pode nos servir como uma palavra de encorajamento. Enquanto fazemos as malas para sair, coloquemos esse versículo em nossa mala de viagem; que essa palavra esteja em nossos corações e permaneça ali; sim, vamos colocá-la em nossa língua para que nos faça cantar. Vamos partir com uma canção ou entrar em um veículo com um salmo. Vamos pertencer à tribo alegre e em todas as nossas jornadas louvemos ao Senhor com coração alegre.

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Devocional Banco da Fé • 11 de Março

 

De Quem é a Batalha?

 

“E saberá toda esta congregação que o Senhor salva, não com espada, nem com lança; porque do Senhor é a guerra, e ele vos entregará na nossa mão.” (1 Samuel 17:47)

 

Que esse fato seja declarado, que a batalha é do Senhor, e podemos ter a certeza da vitória, e de vitória tal que melhor mostrará o poder de Deus. O Senhor é muito esquecido por todos os homens, sim, pelas assembleias de Israel; e quando há uma oportunidade para que os homens vejam que a grande Causa Primária pode conseguir os seus propósitos sem o poder do homem, é uma ocasião preciosa que deve ser bem usada. Mesmo Israel olha demais para espada e para lança. É algo grandioso não ter espada alguma na mão de Davi e, ainda assim, Davi saber que o seu Deus abaterá todo um exército estrangeiro.

 

Se estamos realmente lutando pela verdade e pela justiça, não demorará até que tenhamos capacidade, recursos ou qualquer outra forma de poder visível à nossa disposição; mas com as pedras que encontramos no riacho, e com a nossa própria funda habitual, correremos para enfrentar o inimigo. Se fosse a nossa própria batalha, poderíamos não estar confiantes; mas se estamos nos levantando por Jesus e lutando somente em Sua força, quem pode nos resistir? Sem uma pequena hesitação, enfrentaremos os filisteus; porque o SENHOR dos Exércitos está conosco; quem será contra nós?

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Devocional Banco da Fé • 10 de Março

 

Ande na Luz

 

“Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas.” (João 12:46)

 

Esse mundo é escuro como a meia-noite; Jesus veio para que pela fé nós possamos ter luz e já não nos assentemos na escuridão que cobre todo o restante da humanidade.

 

Todo aquele é um termo muito amplo: inclui a mim e a você. Se nós confiamos em Jesus, não permaneceremos na sombra escura da morte, mas entramos para a luz intensa de um dia que jamais terminará. Por que não saímos para a luz imediatamente?

 

Por vezes, uma nuvem pode pairar sobre nós, mas não permaneceremos nas trevas, se cremos em Jesus. Ele veio para nos dar a plena luz do dia. Ele viria em vão? Se temos fé, temos o privilégio da luz do sol: vamos apreciá-la. Jesus veio nos libertar da noite de depravação, ignorância, dúvida, desespero, pecado e temor; e todos os crentes saberão que Ele não veio em vão, como o sol certamente nasce para espalhar o seu calor e luz.

 

Abandone a sua depressão, querido irmão. Não fique no lugar escuro, mas permaneça na luz. Em Jesus está a sua esperança, sua alegria, seu Céu. Olhe para Ele, somente para Ele, e você se alegrará como os pássaros se alegram com o nascer do sol e como os anjos se regozijam diante do trono.

 

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