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Exortações Sobre a Necessidade da Busca Sincera Por Cristo, por John Flavel

 

[Excerto da Obra Excerto de Cristo, o Desejo de todas as Nações • John Flavel]


Deixe-me exortar e persuadir a todos a fazerem de Cristo o desejo e escolha de suas almas. Aqui eu apresento a extensão e desígnio do Evangelho: Oh, que eu pudesse efetivamente avivar esta exortação sobre os seus corações; deixe-me oferecer algumas considerações comoventes a vocês, e pode ser que Senhor as aplique aos seus corações.

1. Toda criatura naturalmente deseja a sua própria preservação; vocês não desejam a preservação de suas almas preciosas e imortais? Se vocês desejam, então façam de Cristo o seu desejo e escolha, sem o qual elas nunca podem ser preservadas (Judas 1).

2. As suas almas não desejam sinceramente os corpos em que eles vivem? Quão ternos são eles sobre elas, quão cuidadosamente eles proveem a elas? (Embora elas paguem um preço alto por aquelas habitações em que vivem). Não é a união com Cristo infinitamente mais desejável do que a união da alma com o corpo? Oh, desejosa união com Ele! Então as suas almas serão felizes, quando os seus corpos caírem com elas na morte (2 Coríntios 5:1-2). De fato, alma e corpo serão felizes nEle, e com Ele por todo o sempre.

3. Como os homens deste mundo devotam a si mesmos aos deleites do [mundo]? Eles bramam pelo pó da terra; eles levantam cedo, e repousam tarde, comem o pão do cuidado; e tudo isto por vaidade, de fato; um mundano fará mais pela terra do que você pelo céu? Será a criatura tão sinceramente desejada, e Cristo tão negligenciado?

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A Natureza e a Necessidade da Nova Criatura, por John Flavel

 

[Capítulo 25 de Livro Method of Grace in the Gospel Redemption • Editado]

“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” (2 Coríntios 5:17)


Você já viu uma prova de uma participação em Cristo, em nosso último discurso, ou seja, pela doação do Espírito. Temos aqui outro assunto da mesma matéria, de um dos maiores e mais nobres efeitos do Espírito sobre nossas almas; ou seja, Sua obra de regeneração ou nova criação: “Se alguém está em Cristo, nova criatura é”. O escopo do apóstolo no contexto imediato é dissuadir os Cristãos de uma parcialidade carnal e pecaminosa em seus aspectos para com os homens: Não despreze-os, segundo a maneira do mundo, de acordo com as diferenças externas, mas atente para o valor real interno e excelência que está nos homens. O apóstolo insta por meio dois argumentos; O primeiro tirado da finalidade da morte de Cristo (v. 15), que era para retirar aqueles planos egoístas e objetivos carnais pelos quais o mundo inteiro está seduzido. O segundo, extraído do novo espírito, pelo qual os crentes são impulsionados, os que estão em Cristo devem julgar e medir todas as coisas por uma nova regra: “se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram”. Outrora nós possuíamos aquele espírito vil, egoísta do mundo que era totalmente governado pelos interesses carnais; devemos agora julgar por uma nova regra, pois sermos movidos por um novo princípio, visamos um novo e mais nobre fim; “eis que tudo se fez novo”. Com estas palavras, temos três partes gerais, a serem consideradas distintamente, a saber:
 

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O Discipulado No Tempo Dos Puritanos, por Winfield Bevins

 

[Founders Journal 83 • Inverno 2011 • pp. 28-33]

Os Puritanos ingleses foram um movimento dos séculos XVI e XVII que buscou purificar a Igreja da Inglaterra quanto à adoração e doutrina. Eles eram a consequência da Reforma Protestante e influenciaram enormemente o desenvolvimento posterior do Cristianismo na América do Norte. Os Puritanos eram Reformados e enfatizavam a necessidade de conversação espiritual. Os Puritanos colocavam uma ênfase especial na obra transformadora do Espírito Santo na salvação, o que influenciou fortemente o Evangelicalismo moderno.

Os evangélicos contemporâneos estão começando a olhar mais uma vez para os Puritanos, para a sua teologia formidável [1]. O que não é tão amplamente conhecido sobre os Puritanos é sua ênfase no discipulado e como isso pode nos falar hoje, no século XXI.

J. I. Packer diz: “Os Puritanos eram robustos em sua visão da vida. Ser um Puritano era olhar para a frente para a glória que está por vir e se preparar para uma boa morte, que seria o último ato de uma vida de bom e fiel discípulo” [2]. Aqui há algumas poucas formas pelas quais os Puritanos faziam discípulos centrados no Evangelho.

 

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Diretrizes Para A Leitura De Livros Cristãos, por Richard Baxter

 

[A presente tradução consiste somente no Capítulo Directions for Reading Christian Books da obra Christian Directory (1673)]

 

Porque Deus fez dos excelentes santos escritos de Seus servos, a benção singular desta terra e época; e muitos podem ter um bom livro, mesmo a qualquer dia ou hora da semana, que não tenham, em absoluto, um bom pregador; eu aconselho os servos de Deus a serem gratos por tão grande misericórdia; e que façam uso disso, e leiam muito. A leitura, para a maioria, conduz mais ao conhecimento do que o ouvir, porque vocês podem escolher que assuntos e mais excelentes tratados lhe agradarem; e podem estar frequentemente nisso, e podem ler uma e outra vez o que esquecerem, e podem utilizar o tempo, enquanto prosseguem, para fixa-las em sua mente. E com muitos, a leitura faz mais do que com o ouvir também quanto a mobilizar o coração, pois, livros vivificados podem ser mais facilmente acessados do que pregadores vivificados.
 

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Quando As Orações Serão Atendidas?, por Christopher Love

 

DOUTRINA: Um homem deve ser levado a um estado de amizade ou de reconciliação com Deus antes de qualquer oração que ele faça venha a ser aceita.

 

Eu provarei esta doutrina por três razões e depois a aplicarei.

 

1. Deus não aceita a pessoa por causa da oração, mas a oração por causa da pessoa. Lemos em Gênesis 4:4: “atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta”. Deus atentou primeiro pra Abel e depois para o seu sacrifício. Deus aceitou o serviço de Abel porque sua pessoa estava em um estado de graça para com Ele. Deus deve estar em primeiro lugar satisfeito com o trabalhador antes que Ele possa aceitar o seu trabalho. Isso também é visto em Hebreus 11:5: “Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte, e não foi achado, porque Deus o trasladara; visto como antes da sua trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus”. Agora, sem a fé em Cristo para justificar a sua pessoa, você não pode agradar a Deus. Aqui reside a grande diferença entre os Papistas e nós. Os Romanistas dizem que as obras justificam a pessoa; nós dizemos que a pessoa justifica as obras, pois fazei a árvore boa e o seu fruto necessariamente será bom.
 

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