Textos

 

Devocional Banco da Fé • 23 de Janeiro

 

Um Sacrifício Consumado

 

“E porá a sua mão sobre a cabeça do holocausto, para que seja aceito a favor dele, para a sua expiação.” (Levítico 1:4)

Se por essa imposição das mãos o holocausto se tornava o sacrifício do ofertante, quanto mais Jesus se torna o nosso pela imposição das mãos da fé?

Minha fé, de fato, coloca a mão sobre esta Tua querida cabeça, enquanto eu permaneço como um suplicante e confesso o meu pecado.

Se um cordeiro poderia ser aceito para fazer expiação, quanto mais o Senhor Jesus será a nossa completa e suficiente propiciação? Alguns protestam contra a grande verdade da substituição; mas, quanto a nós, ela é a nossa esperança, nossa alegria, nossa glória, nosso tudo. Jesus é aceito para fazer expiação para nós, e nós somos “aceitos no Amado”. 

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Jesus é o Mediador de todos os homens? Por Pascal Denault

 

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Por quem Ele morreu?

 

Muitos leitores da Bíblia concordam que somente os cristãos recebem o benefício da redenção realizada por Cristo, considerando que a fé nele é necessária para obter o favor de Deus (Romanos 3:25-26). Entretanto, vários deles consideram equivocadamente que sua fé é a causa da exclusividade da mediação de Cristo por eles, uma vez que isso é o oposto da ordem verdadeira: Se eles têm fé nele é por que ele é seu mediador, não mediador dos outros homens que o rejeitam (João 10:26). Vejamos como o parágrafo 8 de nossa confissão de fé trata esta questão:

 

8. Cristo certamente aplica e comunica eficazmente a redenção eterna, para todos quantos Ele a obteve, fazendo intercessão por eles; unindo-os a Si mesmo por Seu Espírito; revelando-lhes, na e pela Sua Palavra, o mistério da salvação, persuadindo-os a crer e a obedecer, governando seus corações pelo Seu Espírito e por Sua Palavra, e vencendo todos os inimigos deles, por Sua onipotência e sabedoria, da maneira e pelos meios mais conformes com a Sua admirável e inescrutável dispensação; e tudo isso por livre e absoluta graça, sem qualquer precondição de neles ter sido vista de antemão uma busca pela redenção. (Confissão de Fé Batista de 1689, Cap. VIII).

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A Mensagem de Spurgeon Sobre o Sacrifício Expiatório de Cristo, por Thomas Nettles

 

“Estou convicto de que difamamos a Cristo quando pensamos que estamos atraindo as pessoas por alguma outra coisa que não seja a pregação de Cristo crucificado. Sabemos que a maior concentração de pessoas em Londres foi reunida durante estes 30 anos graças a nada mais do que a pregação de Cristo crucificado. Onde está a nossa música? Onde está a nossa oratória? Onde está a arquitetura atraente, ou a beleza do ritual? ‘Um serviço nu’, eles o chamam. Sim, mas Cristo compensa todas as deficiências”.1

O Senhor Jesus Cristo em Sua cruz de redenção era o centro, circunferência, e somatório do ministério de pregação de Charles Haddon Spurgeon. Seus temas se repetiam contínua e incansavelmente, mas sempre com um frescor de poder e paixão que poderia impactar seus ouvintes e colocá-los na congregação da Galácia, perante os olhos de quem Cristo foi claramente retratado como crucificado. Spurgeon foi uma catarata, uma avalanche, uma inundação Mississippiana em sua ênfase implacável sobre a morte por crucificação do Senhor Jesus Cristo. A Redenção é o “coração do evangelho” e a “essência da redenção é a expiação substitutiva de Cristo”2. É tanto o coração quanto a “pedra angular do Evangelho”. Ao anunciá-la como seu tema, com algum espanto ele se perguntaria muitas vezes: “Quantas vezes vou conseguir, eu me pergunto? A doutrina de Cristo crucificado está sempre comigo”.3

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