Textos

 
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Devocional Banco da Fé • 8 de Janeiro

 

Pureza de Coração e Vida

 

“Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus.” (Mateus 5:8)

 

Pureza, a própria pureza de coração, é a principal coisa a ser desejada. Nós precisamos ser limpos no interior por meio do Espírito e da Palavra, e então seremos limpos no exterior pela consagração e obediência. Existe uma ligação íntima entre os afetos e a compreensão: se amamos o mal não podemos compreender o que é bom. Se o coração está sujo, o olho será obscurecido. Como os homens podem ver um Deus santo se eles amam as coisas profanas?

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O significado de “Kosmos” em João 3:16, por A. W. Pink

 

[Apêndice III do livro, A Soberania de Deus]
 

Pode parecer para alguns de nossos leitores que a exposição que demos de João 3:16 no capítulo sobre “Dificuldades e Objeções” é forçada e antinatural, porquanto que não parece fazer sentido a nossa definição do termo “mundo” e aparenta estar fora de harmonia com o significado e o alcance desta palavra em outras passagens, onde, fornece uma definição de “mundo” como sendo o mundo dos crentes (os eleitos de Deus). Muitos diriam a nós: “Certamente, ‘mundo’ significa mundo, isto é, você, eu e todo mundo”. Em resposta diríamos: Sabemos por experiência própria o quão difícil é pôr de lado as “tradições dos homens” e chegar a uma passagem que temos ouvido ser explanada de certa maneira por tantas vezes e estudá-la cuidadosamente por nós mesmos sem inclinações. No entanto, isso é essencial se quisermos entender a mente de Deus.

Muitas pessoas supõem que já conhecem o simples significado de João 3:16, e, portanto, eles concluem que nenhum estudo diligente é requerido delas para descobrir o ensino preciso deste verso. Desnecessário dizer que tal atitude impede a entrada de qualquer luz adicional que poderiam obter sobre a passagem. No entanto, se alguém pegar uma Concordância e ler cuidadosamente as várias passagens em que o termo “mundo” (como tradução de “kosmos”) ocorre, ele vai perceber rapidamente que verificar o significado preciso da palavra “mundo” em tais passagens não é tão fácil como é popularmente suposto. A palavra “kosmos”, e sua palavra equivalente em Português “mundo”, não é usada com um significado uniforme no Novo Testamento. Muito longe disso. Ele é utilizado em um grande número de maneiras diferentes. Abaixo, vamos nos referir a algumas poucas passagens onde este termo ocorre, sugerindo uma tentativa de definição em cada caso:

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A Mensagem de Spurgeon Sobre o Sacrifício Expiatório de Cristo, por Thomas Nettles

 

“Estou convicto de que difamamos a Cristo quando pensamos que estamos atraindo as pessoas por alguma outra coisa que não seja a pregação de Cristo crucificado. Sabemos que a maior concentração de pessoas em Londres foi reunida durante estes 30 anos graças a nada mais do que a pregação de Cristo crucificado. Onde está a nossa música? Onde está a nossa oratória? Onde está a arquitetura atraente, ou a beleza do ritual? ‘Um serviço nu’, eles o chamam. Sim, mas Cristo compensa todas as deficiências”.1

O Senhor Jesus Cristo em Sua cruz de redenção era o centro, circunferência, e somatório do ministério de pregação de Charles Haddon Spurgeon. Seus temas se repetiam contínua e incansavelmente, mas sempre com um frescor de poder e paixão que poderia impactar seus ouvintes e colocá-los na congregação da Galácia, perante os olhos de quem Cristo foi claramente retratado como crucificado. Spurgeon foi uma catarata, uma avalanche, uma inundação Mississippiana em sua ênfase implacável sobre a morte por crucificação do Senhor Jesus Cristo. A Redenção é o “coração do evangelho” e a “essência da redenção é a expiação substitutiva de Cristo”2. É tanto o coração quanto a “pedra angular do Evangelho”. Ao anunciá-la como seu tema, com algum espanto ele se perguntaria muitas vezes: “Quantas vezes vou conseguir, eu me pergunto? A doutrina de Cristo crucificado está sempre comigo”.3

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Pregando Para a Mente e o Coração, Um Equilíbrio Bíblico, por Tom Lyon

 

[Carta Circular da ARBCA • 2002]

“Mas graças a Deus que, tendo sido servos do pecado, obedecestes de coração à forma de doutrina a que fostes entregues.” (Romanos 6:17)

 

Este é um texto muito sugestivo, o qual o Dr. Lloyd-Jones chamou de “um dos grandes versos admiráveis e notórios na Bíblia”. Considere o seguinte:
 

Em primeiro lugar, Deus recebe ações de graças por toda a descrição complexa. Por que? Porque não há mais ninguém para agradecer! O que eles haviam se tornado é atribuído à ação de Deus somente. A ação de nenhum homem ou algum sinergismo de coração é tido em consideração. Agradecer a qualquer outro, ou a nós mesmos, em qualquer ponto, seria inconcebível.
 

Em segundo lugar, uma mudança de tempo verbal (do imperfeito para aoristo) é notada. O que eles eram habitualmente no passado tinha sido abruptamente alterado — a mente e o coração. A conversão não é uma mudança gradual.

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John Bunyan e a Extensão da Expiação, por Ben Rogers

 

[Founders Journal 82 • Outono de 2010 pp. 17-31]

 

Em Todo Aquele Que Quiser: Uma Crítica Bíblico-Teológica dos Cinco Pontos do Calvinismo, David Allen, Decano da Faculdade de Teologia da Southwestern Baptist Theological Seminary, argumentou que John Bunyan não afirmou a doutrina da expiação limitada¹. Dr. Allen não é o único estudioso que, nos últimos anos, pôs em dúvida o assentimento de Bunyan a esta doutrina. David Wenkel argumentou em um artigo recente, que nos seus primeiros escritos Bunyan demonstrou uma “propensão Amyraldiana por combinar particularismo real com universalismo hipotético”².

 

Bunyan foi um “alto Calvinista”? Será que ele afirmou a doutrina da expiação limitada? Allen e Wenkel dizem que não, mas este artigo assume a posição oposta. John Bunyan, de fato, sustentou a doutrina da expiação limitada. Além disso, os escritos de Bunyan não demonstram a “conversão” a esta posição no final da vida: Bunyan esteve comprometido com a doutrina da expiação limitada ao longo de sua carreira ministerial e publicações. Este estudo começa com um exame de reflexões maduras de Bunyan sobre a extensão da expiação que demonstram um compromisso claro e definido quanto à doutrina da expiação limitada. Conclui-se respondendo a várias objeções ao “alto Calvinismo” de Bunyan por toda a vida.

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