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10 Coisas Para Fazer Com Seus Filhos Pequenos, por Jared Longshore

 

Paternidade é algo fácil... ninguém nunca disse isso. Paternidade é um trabalho árduo, mas é o tipo do trabalho que é bom, recompensador e alegre. Salomão, o Sábio, mostrou sua sabedoria quando disse dos filhos: “Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava” (Salmo 127:5). Com a recente adição, minha esposa e eu agora temos 5 crianças de 7 anos e menos. Não é necessário dizer que gastamos muito tempo pensando em como aplicar o que Deus diz sobre paternidade aos nossos pequeninos. Aqui estão 10 coisas para fazer com seus filhos pequenos em um esforço para educa-los “na doutrina e admoestação do Senhor” (Efésios 6:4):

 

1. Conte-lhes sobre a glória de Deus

 

Diga-lhes quem é Deus. Diga-lhes o que Ele fez. Aponte para o peixe nadando, para a estrela cadente, para a árvore balançando, para o pássaro voando, para o morango amadurecendo, e mostre-lhes o agir da mão de Deus. Recentemente, ao saímos de um culto pelas portas dianteiras do edifício de nossa igreja com nossas crianças, nos deparamos com um pôr-do-sol que deixou o céu com brilho rosa e laranja. Uma das doces e piedosas damas de nossa congregação se inclinou e perguntou aos nossos filhos: “Vocês ouvem o que o sol está dizendo?”. Calvino estava certo: “O mundo inteiro é um teatro para a exibição da divina bondade, sabedoria, justiça e poder”.

 

2. Leia a Bíblia com eles

 

Não retenha o livro que é mais doce do que o mel e o licor dos favos (Salmo 19:10). Dê às crianças o doce. Leia para elas as palavras vivificantes da Escritura. Ore para que Deus lhes dê fé e então fale da Bíblia para eles, pois “a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus” (Romanos 10:17).

 

3. Catequize-os

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7 Razões Para Ensinar História da Igreja aos Seus Filhos, por Jeff Robinson

 

Pergunte aos meus quatro filhos o que o pai deles ama e coloca no topo da lista depois de “Jesus, nossa mãe, beisebol e os Georgia Bulldogs[1]", a resposta pode ser apenas “pessoas mortas”. Por quê? Eu penso que o fato de eu ensinar história da igreja para os meus filhos é importante — tendo começado desde pequeninos — para que eles entendam a riqueza da fé, e que eu sou ordenado a isso a partir das Escrituras. (E sim, eles sabem que o herói deste Livro ressuscitou dentre os mortos).

 

Presumindo que eles têm ouvido, meus filhos podem dizer algo sobre Lutero, sobre as 95 teses e sobre uma porta da igreja em Wittenberg. (Eles até mesmo pronunciam o “W” como um “V”, porque acham que parece com o som de um inseto). Eles conseguem lhe dizer tudo sobre Calvino e seu confronto desagradável com William Farel. Podem dizer-lhe que William Carey é o pai das missões modernas (e provavelmente eles lembrarão que ele era um Batista). Podem dizer-lhe que Spurgeon fumava um charuto ocasionalmente e que um homem com o nome engraçado de Atanásio ganhou o dia em uma reunião convocada pelo Concílio de Nicéia (eles provavelmente dirão a data, a qual é 325 d.C.). Eles sabem que uma importante batalha ocorreu em uma ponte chamada Mílvio (ou como meu filho de 6 anos de idade chama: “Melvin”). Eles têm aprendido que aquelas pessoas que aparecem na nossa varanda especificamente aos sábados, com as suas revistas Sentinela nas mãos são os Arianos modernos. Eu tinha 30 anos antes que soubesse tudo isso.

 

De maneira alguma a história da igreja deve sobrepujar o ensino da Bíblia em família. O culto familiar e a Palavra de Deus devem vir em primeiro lugar em sua casa. Porém, os benefícios de ensinar-lhes algo sobre as pessoas importantes e movimentos da rica herança da Igreja são inumeráveis. Aqui estão sete razões pelas quais devemos ensinar história da Igreja aos nossos filhos.

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A Interpretação das Escrituras, por A. W. Pink • Caps 1 e 2

 

Prefácio


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“As Sagradas Escrituras são a única, suficiente, correta e infalível regra de todo conhecimento, fé e obediência salvíficos”.[1] Esta frase é o grande prefácio e fundamento de toda a Confissão Batista. Uma compressão correta desta gloriosa afirmação determinará a piedade e veracidade da nossa fé e vida Cristãs.


Deus nos deu um Livro de Livros, obviamente Ele queria que o lêssemos, entendêssemos e praticássemos o que entendemos. Devido a isso os Cristãos deveriam amar a leitura e estar entre os melhores leitores. Mas quão diferente é a nossa realidade! O “Cristão comum” dos nossos dias entende pouco ou quase nada de Bíblia, não gosta de ler, frequentemente não consegue compreender o que lê, é um péssimo leitor. Irmãos, não convém que isso seja assim! Precisamos nos arrepender e mudar. Urgentemente!

Há em nossa geração, como houve em todas as outras passadas, uma ignorância geral a respeito do verdadeiro ensino das Escrituras, de sua verdadeira interpretação. Isso é explicado, pelo menos em parte, pelo grande desinteresse e negligência, mesmo daqueles que se dizem Cristãos, em saber a interpretação correta daquilo que “está escrito”. Porque levaríamos a Palavra de Deus a sério se não levamos o próprio Deus a sério? A nossa atitude para com a Palavra de Deus revela muito da nossa atitude para com o próprio Deus.

Assim como a doutrina é segundo a piedade, a piedade é segundo a doutrina bíblica. Sem um conhecimento bíblico verdadeiro é impossível sermos Cristãos verdadeiros. Eu não posso ser Cristão, se não conheço as “sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo” (1 Timóteo 6:3).

Por outro lado, “muitos podem ter um conhecimento geral da Bíblia, porém há uma grande falta no que diz respeito à capacidade de raciocinar a partir das Escrituras de uma forma doutrinariamente consistente. Nós devemos conhecer a Bíblia doutrinariamente e devemos conhecer nossa doutrina biblicamente. A menos que cheguemos a um conhecimento doutrinário consistente das Escrituras, o nosso conhecimento da Palavra de Deus é tanto deficiente quanto defeituoso”.[2]

Diante deste triste cenário nada podemos fazer senão nos juntarmos ao profeta Isaías em seu clamor: “À lei e ao testemunho!” (8:20), voltemos às Escrituras Sagradas, voltemos à pura Palavra de Deus! Mas somente ter as Escrituras nas mãos não é suficiente, é preciso saber interpretá-las, e corretamente! E para isto esta obra magistral será de grande utilidade para o leitor ávido por saber o real significado do que “está escrito”, para aquele que diante das Escrituras abertas diz sinceramente em seu coração: “Fala, Senhor, porque o teu servo ouve!” (1 Samuel 3:9). O autor dispensa apresentações, é provavelmente o melhor exegeta do século XX. Quem está familiarizado com seus escritos sabe que as obras do amado A. W. Pink são marcadas por profundo apego à Palavra de Deus e fidelidade às Sagradas Letras. O autor é um exemplo vivo da doutrina que aqui ensina de forma maravilhosamente bíblica.

Havendo traduzido, revisado, lido e meditando sobre a obra, considero-me capaz de afirmar que dificilmente encontraremos debaixo do céu — para usar as palavras do autor — um “tratado sobre hermenêutica”, tão bíblico e completo, tão profundo e ao mesmo tempo tão prático. Deixemos que o próprio autor fale sobre sua obra:
 

Nestes capítulos temos nos esforçado para colocar diante de nossos leitores quais as regras que temos usado há muito tempo em nosso próprio estudo da Palavra. Elas foram projetadas mais especialmente para os jovens pregadores, nós não poupamos esforços para torná-los tão lúcidos e completos quanto possível, colocando em suas mãos esses princípios de exegese que nos eram de grande proveito.

 

Se você é um pregador jovem, como eu, certamente receberá uma valiosíssima ajuda para desenvolver seu ministério de pregação da Palavra; visto que se requer dos despenseiros que cada um se ache fiel, as regras de Interpretação das Escrituras aqui propostas lhe ajudarão a apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade (1 Coríntios 4:2; 2 Timóteo 2:15).

Finalmente permitam-me compartilhar com vocês um conselho que recebi de um senhor norte-irlandês muito sábio cujo falar inspira temor reverente. Estávamos falando sobre pregação e pregadores, ele me disse: “William, o grande pregador não é aquele que conhece a Bíblia de capa a capa. O grande pregador não é aquele que domina a Palavra de Deus, mas aquele que é dominado pela Palavra de Deus!”.

Que sejamos dominados pela Palavra de nosso Deus! Para a glória de Deus! Amém!



Ora, ao Rei dos séculos, imortal, invisível,
Ao único Deus sábio, Salvador nosso — Pai, Filho e Espírito,
Seja glória e majestade, domínio e poder,
Agora, e para todo o sempre. Amém e Amém!


William Teixeira,
11 de setembro de 2016.
 

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Cinco Lições Para Pregadores Pelo Príncipe dos Pregadores, por Tom Ascol

 

Todos amam Charles Spurgeon. Mesmo aqueles que se sentem compelidos a editar o Calvinismo de seus sermões e escritos, têm mostrado grande apreço por ele como um pregador da Palavra de Deus. Não é de admirar, Spurgeon é um raro dom de Deus para a igreja. Sua vida e obra é como Mont Blanc sobre a paisagem pós-apostólica da igreja Cristã.


Na celebração de seu quinquagésimo aniversário, Spurgeon era um dos homens que mais trabalhava em Londres, juntamente com seus escritos e trabalho pessoal, supervisionava 66 organizações registradas, incluindo um orfanato e a Escola de Pastores.  Apesar de tudo isso, Spurgeon era um pregador. Ele dedicou-se a esse trabalho acima de tudo.


Desta forma, ele tem muito a ensinar aos pregadores de hoje. A seguir estão cinco lições que aprendi de Spurgeon.


1. Pregue a Cristo


Quando um ministro Reformado Sul Africano Holandês esteve doente, leu um volume de sermões de Spurgeon e foi muito ajudado por eles. Ele concluiu que o segredo de seu poder era sua ênfase clara sobre a Pessoa de Cristo. "O Senhor Jesus era para ele uma realidade tão intensa e viva, ele cria tanto em Sua presença e proximidade, e em Seu maravilhoso amor com que nos ama, que os ouvintes sentiam que ele falava de uma experiência que tinha visto e ouvido... No sentido mais amplo da palavra, ele não cessa de ensinar e de pregar a Jesus Cristo".

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O Lugar da Leitura no Ministério Pastoral, por Donald R. Lindblad

 

[Carta Circular da ARBCA • 2007]

 

“Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, e os livros, principalmente os pergaminhos.” (2 Timóteo 4:13)

 

Queridos irmãos,

 

O assunto aprovado na Assembleia Geral da ARBCA do ano passado para a Carta Circular em 2007, foi: “O Lugar de Leitura no Ministério Pastoral”. De comum acordo as igrejas também me pediram para escrever a carta, e eu humildemente apresento os seguintes documentos para a vossa consideração e reflexão.

 

Enquanto o apóstolo Paulo escreve a sua segunda Epístola a Timóteo, ele o faz a partir do interior de uma prisão Romana, aguardando julgamento. Estas são algumas das últimas palavras que ele escreveu, ou pelo menos algumas das últimas que são inspiradas e incluídas no cânon das Escrituras. O tempo de sua partida está próximo (4:6). Sua vida cheia de graça e produtiva carreira ministerial estão chegando ao fim. Neste contexto, o poderoso apóstolo conclui que ele tem três necessidades atuais: companheirismo; um manto e material de leitura de livros e especialmente dos pergaminhos.

 

Os dois primeiros são óbvios e quase intuitivos. Paulo tem sido sistematicamente abandonado por uma série de antigos amigos e companheiros ministeriais. Outros perseguem o ministério em regiões distantes do Império Romano. Ele encontra-se, na maior parte do tempo, sozinho na prisão (somente Lucas está com ele) e se sente isolado. Bons amigos seriam um incentivo, então ele pede que Timóteo, seu filho na fé, e Marcos, agora, mais uma vez útil para o ministério, viessem até ele. O inverno se aproxima (v. 21), daí a necessidade de um manto quente para afastar o frio do inverno.

 

Mas, e sobre os livros e pergaminhos? Eles são necessários enquanto Paulo se aproxima de seu fim? Além disso, Paulo tem sido o destinatário da revelação especial. Assim, a maior parte do Novo Testamento é o registro permanente do anúncio da Nova Aliança de Deus com o Seu povo mediado através deste servo de Deus. Qual a importância dos livros e pergaminhos para Paulo? Bom, ele precisa tê-los, mesmo na prisão, no final dos seus dias. Mesmo um apóstolo quer ler livros!

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