Textos

 

O Que Eu Penso Sobre a “Cultura do Estupro”, por William Teixeira

 

Recentemente divulgou-se que uma jovem de 16 anos foi estuprada por cerca de 30 homens, no Rio de Janeiro. Este triste e terrível crime tem sido amplamente noticiado na mídia brasileira e repercutido internacionalmente.

Mais que depressa, aproveitando a oportunidade, artistas, a grande mídia e muitos dos “sábios segundo o mundo” alarmaram, clamando: “Temos que combater essa cultura do estupro, e este inconsciente coletivo da cultura do patriarcado machista que vê a mulher como objeto, abusam dela, estupram, e ainda botam culpa em suas roupas curtas, comportamentos, etc.”.

Quando escuto discursos semelhantes a estes penso: quem são estes que fazem parte e promovem esta “cultura do estupro” e que acusam a jovem de ser a culpada de seu próprio estupro? A realidade dos fatos nos diz que até mesmo os outros traficantes “bonzinhos” da favela repudiaram tal ato brutal e impiedoso. Por favor, senhores e senhoras nos digam quais são os nomes das pessoas que estão acusando a jovem estuprada de ser a culpada da barbárie que sofreu?

É obvio que o estupro não é culpa da vítima. É obvio que a violência contra a mulher é algo real e grave, e que precisa ser tratado com toda seriedade e combatida com toda a força, por todos os meios possíveis e justos. Entretanto, culpar a “sociedade machista”, o “patriarcado” ou alegado “potencial para o estupro” que há em “todos os homens”, etc. pela violência praticada contra as mulheres e não objetivamente aqueles que cometem os atos criminosos, é algo que só faz sentido na cabeça egoísta de quem busca promover interesses próprios e escusos às custas da suposta luta contra a “cultura do estupro”...

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Conhecer a Deus, por William Teixeira

 

“Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao SENHOR.” (Oséias 6:3)

 

Parece algo contraditório o fato do Senhor nos ordenar que O conheçamos, sendo que todos os homens possuem conhecimento do Deus que existe. Pois, Deus, ao criar o homem, assim como deu instinto aos animais e leis para regerem a natureza, assim gravou no coração do homem a seguinte convicção: “Há um Deus Criador”. Deste conhecimento natural da Existência de Deus, Paulo testifica em Sua Epístola aos Romanos ao dizer: “Porquanto, [os homens] tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus...” (Romanos 1:21). Os romanos eram idólatras, humanistas ou ateístas, mas, ainda assim, Paulo escreve: “tendo conhecido a Deus”.

 

Em outra ocasião ao pregar o Evangelho em Listra, cidade de Licaônia, Paulo testifica perante a multidão dizendo: “...vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao Deus vivo, que fez o céu, e a terra, o mar, e tudo quanto há neles; o qual nos tempos passados deixou andar todas as nações em seus próprios caminhos. E contudo, não se deixou a si mesmo sem testemunho, beneficiando-vos lá do céu, dando-vos chuvas e tempos frutíferos, enchendo de mantimento e de alegria os vossos corações (Atos 14:15-17).

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