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Sobre a Unidade da Igreja, por Jared Longshore

 

A unidade é algo que deve ser guardado. Efésios 4:3 diz: "Procurando guardar a unidade do Espírito...”. A unidade deve ser mantida, preservada e guardada, se você a negligencia e apenas se acomoda, se encontrará em um reino dividido bem depressa. Aqui estão seis ferramentas para a tarefa de manter a unidade da igreja.

 

1. Seja inflexivelmente bíblico. Manter a unidade da igreja sem a Bíblia? Um navio perdido no mar tem mais chance de encontrar o porto sem uma bússola. Certamente precisamos de amor. Mas a Bíblia determina o significado do amor. Com certeza nós precisamos de perdão. Mas as Escrituras detalham como o perdão deve ocorrer. Sem dúvida, nós precisamos do Espirito, mas Ele não acabará com a desunião sem a Sua Espada. Jesus tem uma opinião sobre a situação em questão? Se Ele tem, então vamos permanecer com Ele. Se Cristo não anunciou claramente esse assunto, então, por que toda essa comoção? A Confissão de Fé Batista de 1689 enfatiza a autoridade e suficiência da Escritura, afirmando: “O Juiz supremo, pelo qual todas as controvérsias da Religião devem ser determinadas... e em cuja sentença devemos nos firmar, não pode ser outro senão as Sagradas Escrituras...” (1:10).

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4 Lições que Pastores Podem Aprender com John Leadley Dagg, por Jared Longshore

 

John Leadley Dagg (1794-1884) se destaca como um ministro Cristão impressionante na América do século XIX. Ele foi considerado o primeiro teólogo sistemático Batista dos Estados Unidos, um título — em si — que chama a atenção.[1] Além disso, Dagg foi identificado como a figura representativa quando se trata de Batistas no sul durante o século XIX.[2] Ele foi anunciado como “um dos pensadores mais profundos produzidos por sua denominação”.[3] Como um líder pastor-teólogo de seus dias, temos muito a aprender com ele. Como Provérbios 13:20 diz: “O que anda com os sábios ficará sábio”. Então, aqui estão 5 lições do Dr. Dagg:

 

1. Em sua teologia e pregação enfatize o que a Escritura enfatiza.

 

Nós não estamos livres d​o perigo de enfatizar o que é menos importante e negligenciar o que é mais importante. Dagg aconselha: “É nosso dever manter e exibir todo o sistema da doutrina Cristã em todas as suas justas proporções”.[4] Como isso é realizado? Por nos entregarmos à Palavra de Deus. O ministro que tem um fluxo contínuo de Bíblia correndo por suas veias será menos tentado a cavalgar em certos cavalos de madeiras. Além disso, pregue Cristo e Sua cruz. A verdade divina pode ser vista como “um sistema revelado por Jesus Cristo, cujas partes se harmonizam belamente umas com as outras e se agrupam em torno da doutrina da cruz, o ponto central do sistema”.[5] Apresente cada doutrina com um olhar para Cristo e para o Calvário.

 

2. Esforce-se para viver uma vida de santa obediência.

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Devocional Banco da Fé • 11 de Fevereiro

 

Os Filhos Estão Incluídos?

 

“Porque derramarei água sobre o sedento, e rios sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes.” (Isaías 44:3)

 

Nossos queridos filhos não têm o Espírito de Deus por natureza, como vemos claramente. Percebemos muitas coisas neles que nos fazem temer quanto ao seu futuro, e isso nos leva à oração agonizante. Quando um filho se torna especialmente perverso, choramos com Abraão: “Oh, que viva Ismael diante de ti!”. Nós preferiríamos ver nossas filhas como Anas do que como imperatrizes. Este versículo deve nos encorajar muito. Ele segue as palavras: “Não temas, ó Jacó, meu servo”, e pode muito bem remover os nossos medos.

 

O Senhor dará o Seu Espírito; o dará com abundância, derramando-o; o dará de modo eficaz, de forma que seja uma bênção real e eterna. Sob esse derramamento divino, nossos filhos seguirão adiante, e “Este dirá: Eu sou do Senhor; e aquele se chamará do nome de Jacó” [Isaías 44:5].

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O Terceiro Mandamento — Revelação, por Cornelius Van Til

 

1. Observações

Para a correta compreensão do Terceiro Mandamento é necessário, antes de tudo, compreender o que as Escrituras, em geral, querem dizer com um “nome”. Chegamos a pensar em nomes como marcas convenientes usadas para fins de identificação. Mas isso é na melhor das hipóteses um uso subordinado de um nome. No “reino dos céus” cada nome é uma expressão significativa da essência dos vários membros. Podemos até mesmo ampliar esta ideia. Em um teísmo bíblico cada membro pode ter um significado porque a adesão a um sistema teísta implica relação com Deus. Por outro lado, em “sistemas” antiteístas nenhum nome pode ter mais do que uma marca de identificação, uma vez que não existe um sistema no qual podemos ser membros. Mesmo a marca de identificação é uma importação teísta, já que em um nativo antiteísmo não há nada, senão pluralidades alheias entre si, em que ninguém pode significar nada para ninguém.

Agora, uma vez que através da redenção o teísmo é restaurado esperamos achar que haverá alguma indicação do significado de nomes. O “nome” de Cristo restaura o centro da unidade. Ele re-liga o homem a Deus, que é o centro e a fonte de toda a predicação significativa. Assim, o homem está habilitado a ter um nome real novamente.

Novamente, uma vez que na dispensação do Antigo Testamento temos uma expressão mais exterior do princípio da redenção do que no Novo Testamento, esperamos que nomes do Antigo Testamento sejam mudados mais frequentemente à medida que eles são postos em relação com a promessa do que acontece no Novo Testamento. Especialmente àqueles que ocupam um lugar de importância estratégica no processo da redenção serão dados nomes que se encaixam à sua posição. Tais nomes podem ser dados no momento em que os destinatários são elevados para uma posição mais elevada na nação redimida, como no caso de Jacó, que é mudado para Israel. Outrossim, o nome pode ser dado quando pela primeira vez alguém recebe formalmente uma posição de importância como quando Abrão e Sarai são mudados para Abraão e Sara. Novamente tal nome pode ser dado de acordo com a direção de Deus no nascimento ou mesmo antes do nascimento, como foi o caso do nome que estava acima de todo nome.

Não é de admirar, então, que o “nome” seja de grande importância. Os apóstolos fizeram milagres em nome de Jesus, e batizaram os homens em nome do Triuno Deus.

Mas se este for o caso, o nome de Jesus ou o nome de Deus deve ser mais do que “a minha ideia sobre Deus”. Assim vemos que nas Escrituras Deus diz ao Seu povo o que o Seu nome é e como Ele quer que eles o usem. O nome Yahwéh não é dado a Deus pelo povo, mas por Deus para Si mesmo.

O nome de Deus representa Sua personalidade. Isso significa algo diferente para o Seu povo do que para aqueles que não são o Seu povo. O nome de João por exemplo pode significar muito para sua esposa enquanto que para um estranho pode significar pouco ou nada. Então, o povo de Deus conhece o nome Yahwéh, porque eles são conhecidos, ou seja, amados por Ele. Deus revelou Seu propósito gracioso para o Seu povo em Seu nome. Yahwéh significa aquele que será fiel para consumar Suas promessas de redenção para os Seus próprios. Assim, quando Deus em Cristo Se revelou a você, e você recebeu a plena posse desta revelação, você expressa tudo isso, invocando por seu Deus numa relação de aliança, Yahwéh.

Não é de admirar, então, que o nome do Senhor torne-se um ponto de discórdia em um mundo de pecado. Os homens vão trabalhar por sua honra ou buscarão arrastá-lo na lama. Mesmo ser “neutro” é impossível e pecaminoso, uma vez que explicita o escárnio de um coração altivo contra o Deus gracioso e Seu amor condescendente pelo qual Ele Se revelou ao pecador. Não há, pois não pode haver, por exemplo, um conhecimento imparcial que investigará as reivindicações da revelação especial de Deus nas Escrituras que não seja mais ou menos do que a explicação do nome de Yahwéh.

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Um Discurso Sobre a Oração, por John Gill

 

"Então o que? Orarei com o Espírito, e orarei com o entendimento também.” (1 Coríntios 14:15)

 

O propósito dessa epístola é principalmente reprovar a Igreja em Corinto pelas divisões e contendas que havia lá, quanto a preferências em relação aos seus ministros: uns eram de Paulo, uns de Apolo, e outros de Cefas (Pedro); e erradicar algumas práticas erradas do meio deles, as quais favoreciam ou toleravam abertamente, tais como permitir uma pessoa iníqua em sua comunhão, ir à lei uns contra os outros perante magistrados pagãos, e o comportamento desordenado de muitos à mesa do Senhor. Tendo terminado esta parte de suas instruções, o apóstolo, no capítulo 12, insiste principalmente no assunto dos dons espirituais, onde discorre sobre a diversidade deles, sobre seu doador, e suas várias utilidades na igreja de Cristo, razão pela qual ele exorta os membros desta igreja a desejá-los sinceramente, embora não quisesse que dependessem deles, uma vez que não são necessários para salvação. No capítulo 13, ele prefere que busquem o dom da caridade, ou do amor, e mostra que, sem ele, os dons são inúteis e sem proveito para quem os possui. No capítulo 14, ele os encoraja a seguir o amor, e procurar com zelo os melhores dons espirituais, principalmente, diz ele, o de profetizar. Ele prova por muitos argumentos, especialmente com exemplos extraídos da edificação, que profetizar em um idioma conhecido, na língua compreendida pelas pessoas, é preferível a falar em uma língua desconhecida pelas pessoas, não conseguindo edificá-las. É evidente que, por profetizar, ele quer dizer não apenas pregar, mas orar, como argumenta nas palavras precedentes no texto acima, assim: Porque, se eu orar em uma língua desconhecida, o meu espírito ora bem, mas a minha mente fica infrutífera; isto é, quando eu orar em língua desconhecida, estando sob a inspiração do Espírito de Deus, faço uso desse dom extraordinário que ele concedeu a mim, e meu próprio espírito é realmente edificado: Mas o que eu concebo, entendo e expresso, é inútil e sem proveito para os outros, que não entendem o idioma no qual eu oro; portanto, diz ele: O que, então? O que deve ser feito nesse caso? O que é mais prudente e aconselhável? O que é mais desejável? Eu não devo orar com o Espírito em absoluto? Não farei uso desse dom extraordinário que o Espírito derramou sobre mim? Devo negligenciá-lo inteiramente, e colocá-lo de lado? Não, eu vou orar com o Espírito; vou fazer uso do dom que tenho, mas então será de tal forma que me farei compreendido pelos outros, vou orar também com o entendimento. Nestas palavras podem ser consideradas:

 

 

I. A obra e o exercício da oração, a qual o apóstolo se dispôs realizar na força de Cristo e com a assistência de Seu Espírito: vou orar. etc.

 

II. A maneira pela qual ele está desejoso de realizar esse dever: com o Espírito, e também com o entendimento.

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