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O que é Fatalismo? Por B. B. Warfield

 

É um triste estado de espírito este em que as pessoas caem, por vezes, no qual elas não sabem a diferença entre Deus e Destino. Uma das mais surpreendentes ilustrações disto em toda a história é, sem dúvida, a que é assegurada por nossos irmãos Presbiterianos de Cumberland que, durante cem anos, agora, têm vigorosamente declarado que a Confissão de Westminster ensina o “fatalismo”. O que eles querem dizer é que a Confissão de Fé de Westminster ensina que é Deus quem determina tudo o que deve acontecer em Seu universo; que Deus não tem — para usar uma frase do Dr. Charles Hodge — “atribuído nem à necessidade, ou ao acaso, ou ao capricho do homem, ou à malícia de Satanás, o controle da sequência de eventos e todas as suas questões, mas manteve as rédeas do governo em Suas próprias mãos”, Isto, dizem eles, é Destino: porque (assim eles dizem) isso envolve “uma necessidade inevitável” no desenrolar dos acontecimentos. E esta doutrina de “fatalidade”, dizem eles — ou pelo menos o seu historiador Dr. B. W. McDonnold diz para eles — é “a única suprema dificuldade que nunca foi possível reconciliar” e que ainda “permanece como um obstáculo insuperável para uma união” entre eles e “a igreja mãe”. “Quer as difíceis passagens da Confissão de Westminster sejam justamente chamadas fatalidade ou não”, ele acrescenta, “elas são muito difíceis para nós”.

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O Que é Calvismo?, por B. B. Warfield, John A. Broadus e Patrick Hues Mell

 

O grande teólogo de Princeton, B. B. Warfield, descreve o Calvinismo da seguinte maneira:

 

“Calvinismo é o evangelismo em sua pura e única expressão estável, e quando dizemos evangelismo, nós falamos sobre pecado e salvação. Isso significa total dependência de Deus para a salvação. Implica, portanto, na necessidade de salvação e um profundo senso de essa necessidade, juntamente com uma igualmente profunda percepção de impotência na presença dessa necessidade, e total dependência de Deus para a sua satisfação. Seu tipo é encontrado no publicano que bateu no peito e clamou: “Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!” [Lucas 18:13]. Nenhuma contestação sobre salvar a si mesmo, ou cooperação.

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