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B.H. Carroll e o Confessionalismo Robusto, por Tom Ascol

 

Uma igreja deveria usar uma confissão de fé? Em caso afirmativo, quão robusta deve ser essa confissão? Embora poucos Batistas modernos estejam dispostos a se identificar com o lema Campbelliano: “Nenhum credo, senão Cristo; nenhum livro, senão a Bíblia”, eles parecem muito mais céticos ou até mesmo decididamente contrários ao uso de uma confissão de fé robusta por igrejas locais. No entanto, uma confissão extensa pode servir bem a uma igreja, especialmente em épocas de minimalismo doutrinário e confusão, tal como a nossa.

 

B.H. Carroll, o fundador e primeiro Presidente do Seminário Teológico Batista do Sudoeste, entendeu isso bem e não omitiu palavras em sua insistência em um confessionalismo robusto. Ele notou, com razão, a inextricável ligação entre a doutrina e a devoção, a fé e a vida. Ele escreve:

 

Todo o clamor moderno contra o dogma é realmente contra a moral. Quanto mais reduzimos o número de artigos do credo, mais enfraquecemos a religião na prática.

 

Uma vez que a Bíblia não é minimalista em sua revelação do que devemos crer e como devemos viver, tampouco devem ser nossas confissões. Comentando Efésios 4:1, Carroll insiste que as admoestações práticas de Paulo necessariamente são construídas sobre suas instruções doutrinárias.

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Confissões de Fé Nos Ajudam a Obedecer a Mandamentos Bíblicos, por Thomas Nettles

 

Um Duplo Dever

 

Duas expectativas consistentes do Cristianismo bíblico — a declaração e a proteção da pureza da fé — deram origem às confissões. À parte de alguma declaração do conteúdo da Fé, ninguém pode fazer uma profissão convincente de fé pessoal. O coração crente proclama sua confiança tanto na Pessoa quanto na verdade que salva. Romanos 10:9-10 inclui ambos: “Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação”. O credo da justificação através da obra completa de Cristo, ao qual o coração dá o seu assentimento, é expresso publicamente pela submissão ao senhorio de Cristo. Antes que possa confessar, ele deve entender e acreditar. Quando alguém confessa, deve confessar verdades que previamente haviam adentrado em seu coração. Portanto, a fé não é somente uma questão de coração, mas ela concorda cordialmente com a proposição testável de que “Deus o ressuscitou dentre os mortos”.

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Sobre a Unidade da Igreja, por Jared Longshore

 

A unidade é algo que deve ser guardado. Efésios 4:3 diz: "Procurando guardar a unidade do Espírito...”. A unidade deve ser mantida, preservada e guardada, se você a negligencia e apenas se acomoda, se encontrará em um reino dividido bem depressa. Aqui estão seis ferramentas para a tarefa de manter a unidade da igreja.

 

1. Seja inflexivelmente bíblico. Manter a unidade da igreja sem a Bíblia? Um navio perdido no mar tem mais chance de encontrar o porto sem uma bússola. Certamente precisamos de amor. Mas a Bíblia determina o significado do amor. Com certeza nós precisamos de perdão. Mas as Escrituras detalham como o perdão deve ocorrer. Sem dúvida, nós precisamos do Espirito, mas Ele não acabará com a desunião sem a Sua Espada. Jesus tem uma opinião sobre a situação em questão? Se Ele tem, então vamos permanecer com Ele. Se Cristo não anunciou claramente esse assunto, então, por que toda essa comoção? A Confissão de Fé Batista de 1689 enfatiza a autoridade e suficiência da Escritura, afirmando: “O Juiz supremo, pelo qual todas as controvérsias da Religião devem ser determinadas... e em cuja sentença devemos nos firmar, não pode ser outro senão as Sagradas Escrituras...” (1:10).

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Devocional Banco da Fé • 17 de Fevereiro

 

Deus Pode Fortalecê-lo

 

“Mas esforçai-vos, e não desfaleçam as vossas mãos; porque a vossa obra tem uma recompensa.” (2 Crônicas 15:7)

 

Deus tinha feito grandes coisas pelo rei Asa e por Judá, mas ainda assim eles eram um povo fraco. Seus pés estavam muito cambaleantes nos caminhos do Senhor, e os seus corações muito hesitantes, de modo que eles tiveram que ser avisados de que o Senhor estaria com eles enquanto eles estivessem com o Senhor, mas que, se eles O abandonassem, Ele os deixaria. Eles também foram lembrados do reino irmão, quanto mal ocorreu em sua rebelião e como o Senhor foi gracioso para com ele quando o arrependimento foi evidenciado. O propósito do Senhor era confirmá-los em Seu caminho e torná-los fortes em justiça. Assim deve ser conosco. Deus merece ser servido com toda a força de que somos capazes.

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Devocional Banco da Fé • 16 de Fevereiro

 

Busque a Deus

 

“Não executarei o furor da minha ira; não voltarei para destruir a Efraim, porque eu sou Deus e não homem.” (Oséias 11:9)

 

O Senhor gradualmente faz conhecidas as suas misericórdias. Pode ser que o leitor agora esteja sob difícil desgosto, e tudo ameaça uma desgraça rápida. Permita que o texto lhe guarde do desespero. Agora, o Senhor convida você a considerar os seus caminhos e confessar os seus pecados. Se Ele fosse homem, Ele há muito teria abandonado você. Se Deus agisse como os homens, haveria uma palavra e um golpe, e depois seria o seu fim; mas não é assim: “Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos” [Isaías 55:9].

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