Textos

 

Devocional Banco da Fé • 13 de Novembro

 

O Relógio Infalível

 

“Eis que não tosquenejará nem dormirá o guarda de Israel.” (Salmos 121:4)

 

Yahwéh é o “Guarda de Israel”. Nenhuma forma de inconsciência alguma vez O surpreende, nem o sono mais profundo, nem o sono mais leve. Ele nunca deixa de vigiar a casa e o coração do Seu povo. Esta é uma razão suficiente para o nosso descanso em perfeita paz. Alexandre disse que dormia, porque seu amigo Parmênio vigiava; muito mais nós podemos dormir, porque o nosso Deus é o nosso guarda.

 

“Eis” está aqui para chamar a nossa atenção para a verdade animadora. Israel, quando teve uma pedra por seu travesseiro, adormeceu; mas o seu Deus estava vigilante e veio em visão ao Seu servo. Quando estivermos desprotegidos, o próprio Yahwéh cobrirá a nossa cabeça.

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Devocional Banco da Fé • 27 de Outubro

 

Seu Serviço, Rosto e Nome

 

“Seus servos o servirão, e eles verão o Seu rosto, e Seu nome estará em suas testas.” (Apocalipse 22:3-4)

 

Três bênçãos especiais serão nossas na terra de glória.

 

“Seus servos o servirão”. Nenhuns outros senhores nos oprimirão, nenhum outro serviço nos afligirá. Serviremos a Jesus sempre, perfeitamente, sem cansaço e sem falhas. Este é o céu para um santo: em todas as coisas servir ao Senhor Cristo e ser confessado por Ele como Seu servo é a elevada ambição da nossa alma para a eternidade.

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O Reino De Cristo Não É Como Os Domínios De Príncipes Seculares, Em Relação Aos Seus Limites E Sua Duração, por Abraham Booth

 

 [Excerto de Um Ensaio sobre o Reino de Cristo, por Abraham Booth]

 

As monarquias mais amplamente extensas da antiguidade eram confinadas a certas partes do globo habitável, e no curso de alguns séculos chegaram ao fim. O império de Jesus Cristo não é assim, pois, desta forma discorrem os oráculos proféticos sobre Ele e Seu reino: Dominará de mar a mar, e desde o rio até às extremidades da terra... E todos os reis se prostrarão perante ele; todas as nações o servirão. E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão. E reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim¹. Sobre a expansão gradual e extensão universal deste reino, nosso Senhor fala na parábola do grão de mostarda; e naquele fermento, que permeia toda a massa de farinha. Este império santo redundará em glória final; e embora a presente forma de sua administração cessará, quando Deus será tudo em todos; ainda assim os seus súditos glorificados nunca morrerão, nunca serão desunidos, nem alguma vez removerão a sua lealdade de Jesus Cristo; tais são as fundações do Seu domínio, e tal a excelência de Seu governo, que cada um de Seus súditos reais dirá de coração: VIVA O REI! E que Ele reine até que ponha os Seus inimigos por escabelo de Seus pés².

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A Glória de Cristo, por R. M. M'Cheyne

 

[Um Excerto do Sermão Pai, Eu Quero*]  


Há três estágios na glória de Cristo. Esta será a ocupação do Céu: a contemplação de todas elas.

Primeiro. A glória original de Cristo. Esta é a Sua glória não derivada, não criada, como igual ao Pai. Ela é mencionada em Provérbios 8:30: “Então eu estava com ele, e era seu arquiteto; era cada dia as suas delícias, alegrando-me perante ele em todo o tempo”. E, novamente, nesta oração: “aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse” (v. 5). Dessa glória nenhum homem pode falar, nenhum anjo, nem arcanjo. Somente de uma coisa sabemos, que devemos honrar o Filho, bem como devemos honrar o Pai. Ele compartilha com o Pai em ser o Único todo-perfeito, quando não havia nada para admirar, ninguém para adorar, nem anjos com harpas de ouro, nem serafins a cantar Seu louvor, nem querubins a clamar: “Santo, Santo, Santo”. Antes que todas as criaturas existissem, Ele era Um com o Deus infinitamente perfeito, bom e glorioso. Ele era, então, tudo o que Ele mais tarde evidenciou ser. A criação e redenção não O mudaram. Elas apenas revelaram o que Ele era anteriormente. Elas apenas forneceram os objetos para que aqueles raios de glória repousassem, de forma que brilhavam tão plenamente como antes, desde toda a eternidade. A eternidade será tomada com o louvor a Deus, à medida que Ele revelou a Si mesmo absolutamente; assim mesmo Ele sairá do retraimento de Sua amável e bem-aventurada eternidade.

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