Textos

 
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Devocional Banco da Fé • 21 de Dezembro

 

Da Ira ao Amor

 

“Tornará a apiedar-se de nós; sujeitará as nossas iniquidades, e tu lançarás todos os seus pecados nas profundezas do mar.” (Miquéias 7:19)

 

Deus nunca se arrepende de Seu amor, mas Ele logo deixa a Sua ira. Seu amor ao Seu eleito é de acordo com a Sua natureza; Sua ira é apenas de acordo com o Seu ofício. Ele ama porque Ele é amor; Ele Se ira, porque isso é necessário para o nosso bem. Ele voltará ao lugar onde o coração descansa, ou seja, Seu amor a Si mesmo e então Ele terá piedade de nossas dores e acabará com elas.

 

Que promessa preciosa: “Sujeitará as nossas iniquidades”! Ele as vencerá.

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Devocional Banco da Fé • 11 de Novembro

 

Homens de Deus São Livres

 

“Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça.” (Romanos 6:14)

 

O pecado reinará se ele puder: ele não pode estar satisfeito com qualquer lugar abaixo do trono do coração. Nós, às vezes, tememos que ele nos dominará, e então, clamamos ao Senhor: “Não se apodere de mim iniquidade alguma” [Salmos 119:133]. Esta é a Sua resposta consoladora: “O pecado não terá domínio sobre vós”. O pecado pode te atacar e até mesmo te ferir, mas nunca deve estabelecer sua soberania sobre ti.

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Pecado e Graça, por C. H. Spurgeon

 

Sermão Nº 3115, publicado em uma quinta-feira, dia 22 de outubro de 1908.
Pregado por C. H. Spurgeon, no Tabernáculo Metropolitano, Newington,
Na noite do Dia do Senhor, em 1 de Novembro de 1874.

 

“Onde o pecando abundou, superabundou a graça.” (Romanos 5:20)

 

Há duas forças muito poderosas no mundo que tem estado aqui desde o momento em que Eva comeu do fruto proibido no Jardim do Éden. Essas duas forças são o pecado e a graça Divina. Um grande poder é o pecado, um poder obscuro, misterioso, sinistro, mas cheio de força. As dores da humanidade, de onde vieram, senão do pecado? Nós não teríamos conhecido guerra, nem peste, nem fome, nem nada de doença ou tristeza teria ferido a raça humana se o pecado não tivesse semeado sua semente do mal nesta terra! O pecado é a caixa de Pandora de onde todo o mal veio para a humanidade. Veja os estragos que a morte fez, seus outeiros estão em toda parte! Sua poderosa foice corta homens para baixo como o cortador corta a erva do campo, mas a morte veio pelo pecado e depois da morte vem o juízo e, ao ímpio, a desgraça que nunca poderá ser descrita, a ira eterna cuja escuridão da tempestade mais selvagem pode não imitar! Quem cavou esse abismo? Foi a justiça de Deus por causa do pecado e o pecado deve, portanto, ser acusado de autoria da tristeza, doença, morte e inferno. Esta não é uma potência média com a qual entramos em conflito, é um verdadeiro Golias, perseguindo e desafiando toda a raça humana!

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Pecado Imensurável, por Charles Haddon Spurgeon

 

 

Sermão Nº 299, Pregado na manhã de Sabath, 12 de fevereiro de 1860.
Por C. H. Spurgeon, em Exeter Hall, Strand.

 

“Quem pode entender os seus erros?” (Salmo 19:12)

 

O que sabemos é como nada em comparação com o que nós não sabemos. O mar de sabedoria lançou de si uma concha ou duas sobre a nossa praia, mas as suas vastas profundezas nunca foram conhecidas a cada passo do pesquisador. Mesmo as coisas naturais que conhecemos são apenas matérias superficiais. Aquele, que mais tem viajado pelo vasto mundo e descido às suas minas mais profundas, ainda assim deve estar ciente de que ele tenha visto, somente uma parte da mera crosta deste mundo; que, em relação ao seu vasto centro, seus fogos misteriosos e segredos de fundição, a mente do homem não os tem ainda concebido! Se você olhará para cima, o astrônomo irá dizer-lhe sobre as estrelas não descobertas, que a grande massa de mundos que formam a Via Láctea e as massas abundantes de nebulosas, que esses grandes grupos de mundos desconhecidos, infinitamente excedem o pouco que podemos explorar, como uma montanha excede um grão de areia! Todo o conhecimento que os homens mais sábios podem, eventualmente, atingir em toda uma vida não é mais do que aquilo que a criança pode retirar do mar, com sua pequena xícara, em comparação à imensidão das águas que enchem os seus canais até a borda. Pois, quando nos tornamos mais sábios, temos que vir para o limiar do conhecimento; não demos, senão um passo nessa corrida da descoberta que vamos ter que perseguir por toda a eternidade. Este é igualmente o caso no que diz respeito às coisas do coração e às coisas espirituais, que diz respeito a este pequeno mundo chamado homem. Não sabemos nada sobre as coisas, senão superficialmente. Se eu falar com você sobre Deus, de Seus atributos, de Cristo, de Sua expiação, ou de nós mesmos e do nosso pecado, devo confessar que ainda não conhecemos nada, senão o exterior; que não podemos compreender o comprimento, a largura, a altura de qualquer um desses assuntos!

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Homens Em Seu Estado Caído, por John Newton

 

Ouvimos falar muito nos dias de hoje sobre a dignidade da natureza humana. É bem verdade que o homem era uma excelente criatura quando ele saiu das mãos de Deus; mas se considerarmos esta questão, tendo em vista o homem caído, como depravado pelo pecado, como podemos nos juntar com o salmista, em nos admirarmos que o grande Deus possa lembrar-se dele?

 

Caído como o homem está de seu estado de original felicidade e santidade, suas faculdades e habilidades naturais constituem prova suficiente de que a mão que o fez é Divina. Ele é capaz de grandes coisas. Sua compreensão, vontade, afeições, imaginação e memória são faculdades nobres e surpreendentes. Mas ao vê-lo sob uma luz moral, como um ser inteligente, incessantemente dependente de Deus, responsável diante dEle, e designado por Ele para um estado de existência em um mundo imutável; considerando esta relação, o homem é um monstro, uma criatura vil, baixa, estúpida, obstinada e maliciosa; não há palavras para descrevê-lo por completo. O homem, com toda sua inteligência e realizações alardeadas, é um tolo; enquanto ele está destituído da graça salvadora de Deus, a sua conduta, como a suas preocupações mais importantes, são as mais absurdas e inconsistentes, então, que idiota mais cruel; com relação às suas afeições e objetivos, ele se degrada muito abaixo das bestas; e pela malignidade e maldade de sua vontade, não pode ser comparado a nada tão adequadamente quanto com o diabo.
 

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