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Devocional Banco da Fé • 27 de Dezembro

 

Sua Bondade e Aliança

 

“Porque os montes se retirarão, e os outeiros serão abalados; porém a minha benignidade não se apartará de ti, e a aliança da minha paz não mudará, diz o Senhor que se compadece de ti.” (Isaías 54:10)

 

Uma das qualidades mais deleitosas do amor Divino é o seu caráter permanente. Os fundamentos da terra podem ser retirados dos seus lugares, mas a bondade e a aliança do nosso misericordioso Yahwéh nunca se apartará do Seu povo. Quão feliz a minha alma se sente na crença firme desta declaração inspirada! O ano está quase no fim e os anos de minha vida estão aumentando, mas o tempo não muda o meu Senhor. Novas lâmpadas estão tomando o lugar das antigas; perpétua mudança está sobre todas as coisas, mas o nosso Senhor é o mesmo.

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O Amor de Deus por Nós, por A. W. Pink

 

“Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.” (Romanos 8:39)

 

Por “nós” queremos dizer o Seu povo. Porquanto nós lemos sobre o amor “que está em Cristo Jesus nosso Senhor” [Romanos 8:39], a Sagrada Escritura não conhece nada sobre o amor de Deus fora de Cristo. “O Senhor é bom para todos, e as suas misericórdias são sobre todas as suas obras” [Salmos 145:9], desta forma Ele supre os corvos com alimentos. “Porque ele é benigno até para com os ingratos e maus” [Lucas 6:35], e ministra as Suas providências sobre justos e injustos [Mateus 5:45]. Mas o Seu amor é reservado para os Seus eleitos. Isso é inequivocamente estabelecido por suas características, pois os atributos de Seu amor são idênticos a Si mesmo. Necessariamente, assim, pois “Deus é amor” (1 João 4:16).

 

O Amor De Deus Em Cristo

 

Ao fazer este postulado, isto é apenas outra maneira de dizer que o amor de Deus é como Ele mesmo, de eternidade em eternidade, imutável. Nada é mais absurdo do que imaginar que alguém amado por Deus pode perecer eternamente ou deverá alguma vez experimentar a Sua vingança eterna. Desde que o amor de Deus é “em Cristo Jesus” (Romanos 8:39), ele não foi atraído por nada em seus objetos — nem pode ser repelido por qualquer coisa neles, deles, ou por eles.

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Louvem ao Senhor Pela Sua Bondade, por Charles Haddon Spurgeon

 

[Manhã e Noite, Devocional da Noite de 01 de Dezembro]
 

“Louvem ao Senhor pela sua bondade, e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens”. (Salmos 107:8)
 

Se nós murmurássemos menos, e louvássemos mais, nós seríamos mais felizes, e Deus seria mais glorificado.
 

Louvemos a Deus pelas misericórdias comuns — comuns como nós frequentemente as chamamos, e ainda assim tão inestimáveis, que quando privados delas ficamos quase a perecer! Bendigamos a Deus pelos olhos, com os quais contemplamos o sol; pela saúde e força para caminhar; pelo pão que comemos; pela roupa que vestimos. Louvemos a Ele porque nós não somos contados entre os que não têm esperança, ou confinados na prisão entre os culpados. Agradeçamos a Deus pela liberdade, pelos amigos, pelos vínculos familiares e consolos. Louvemos a Ele, em verdade, por tudo o que recebemos de Sua bondosa Mão, pois nós merecemos pouco, e ainda assim, somos mui abundantemente favorecidos.
 

Mas, amados, a mais doce e alta nota em nosso cântico de louvor deveria ser sobre o amor redentor.

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A Incomparável Excelência e Santidade de Deus, por Jeremiah Burroughs

 

“Ó Senhor, quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu glorificado em santidade, admirável em louvores, realizando maravilhas?” (Êxodo 15:11)

 

A Escritura é neste dia cumprida em nossos ouvidos e diante de nossos olhos. Pelo que Deus já começou a realizar por este reino e pelas igrejas vizinhas, nos demonstra que ninguém é como o Senhor, que é glorificado em santidade, admirável em louvores, realizando maravilhas.

 

As palavras, embora estejam no meio de um cântico, são uma espécie de epifonema, uma conclusão que está usualmente no fim, mas o espírito de Moisés, admirando e bendizendo a Deus pelas grandes coisas que Ele fizera por Seu povo, não espera pelo fim, mas irrompe bem no meio, em aclamação à glória de Deus, Ó Senhor, quem é como Tu entre os deuses? Quem é como Tu glorificado em santidade, admirável em louvores, realizando maravilhas! Vejam, então, que as palavras são uma porção da canção de Moisés, ocasionada pela bondade de Deus em retirar o Seu povo do Egito e conduzi-los através do Mar Vermelho.
 

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