Textos

 
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Devocional Banco da Fé • 9 de Fevereiro

 

A Escória é Removida

 

“E farei passar esta terceira parte pelo fogo, e a purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro. Ela invocará o meu nome, e eu a ouvirei; direi: É meu povo; e ela dirá: O Senhor é o meu Deus.” (Zacarias 13:9)

 

A graça nos transforma em metais preciosos, em seguida, o fogo e a fornalha seguem como uma consequência necessária. Isto já aconteceu conosco? Será que preferiríamos ser considerados sem valor, para que pudéssemos desfrutar de descanso, como as pedras da rua!? Isso seria escolher a pior parte — como Esaú preferiu o guisado e desistiu de sua porção da aliança. Não, Senhor; com prazer preferimos ser lançados na fornalha, em vez de ser lançados fora da Tua presença!

 

O fogo apenas refina; não destrói. Devemos passar pelo fogo, não ser deixados nele. O Senhor valoriza o Seu povo como a prata, e, portanto, Se esforça para limpá-los, removendo a sua escória. Se formos sábios, vamos sim aceitar o processo de refinamento, em vez de recusá-lo. A nossa oração será que a nossa escória seja tirada de nós, em vez de sermos retirados do crisol.

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O Sétimo Mandamento — Pureza, por Cornelius Van Til

 

O Sexto Mandamento corresponde ao Primeiro Mandamento. A transgressão do Primeiro Mandamento busca destruir Deus, como tal, e a transgressão do Sexto Mandamento busca destruir o homem como tal. O Nono Mandamento corresponde ao Terceiro, este defende o bom nome do nosso próximo e o anterior o bom nome de Deus. O Sétimo e o Oitavo correspondem ao Quarto, este defende a Deus na medida em que Ele deseja culto externo e os anteriores defendem meu próximo em sua aparência exterior. Dentre estes dois Mandamentos o Sétimo vem em primeiro lugar, uma vez que nossos corpos são mais próximos de nós do que as nossas posses.

Além da união da alma e do corpo, que juntos formam o mistério da personalidade humana, Deus trouxe os seres humanos individuais à união uns com os outros, a fim de formar uma raça. O indivíduo humano não é completo em si mesmo. Deste modo, Deus criou uma companheira para o homem e formou essa companheira como complemento para o homem, tanto na alma quanto no corpo. Com a Sua própria mão, Ele uniu os dois e ordenou que a partir de sua união a raça nascesse. Apenas na raça concluída, a imagem de Deus no homem poderia ser verdadeiramente expressa.

Estas simples ordenações da criação têm enormes consequências. Nelas reside, antes de tudo, o reconhecimento das diferenças entre homem e mulher. Tentar remover essas diferenças é contra a natureza. Nós já encontramos nos tempos do Antigo Testamento que isso foi feito. Daí as ordenanças proibindo a troca de roupas entre os sexos, etc. Cada um dos sexos tem um espaço natural de trabalho e o intrometer-se no campo de trabalho do outro tende a remover as distinções criadas por Deus, e geralmente resultam em tristes consequências.

Em segundo lugar, a santidade do casamento está envolvida na ordenação Divina da criação. Deus colocou na raça uma atração natural entre os sexos. Mas essa atração natural envolve também uma relação moral. Não haveria nada moral originalmente, testemunha disso era a ausência de qualquer sentimento de vergonha. Originalmente, o natural era bom. Devemos ter o cuidado de distinguir este sentido do termo natural daquele muitas vezes dado a ele. Muitas vezes a transgressão do Sétimo Mandamento é tolerada sobre o fundamento de que transgredir assim é “natural”. Agora, é verdade que a transgressão do Sétimo Mandamento é particularmente “natural” desde a entrada do pecado, mas isso é porque o pecado fez com que o verdadeiro natural seja “natural” no sentido de pecaminosidade.

Por conseguinte, também encontramos em terceiro lugar que, a fim de obter uma ideia verdadeiramente bíblica da relação entre os sexos não devemos começar por admitir algo deste antinatural “natural” ser verdadeira e originalmente natural. Roma erra aqui. Todo o seu ascetismo, e em particular o seu celibato do clero, é baseado na suposição de que o natural original é mau até certo ponto. Portanto, aqueles que pretendem ser mais espirituais, devem abster-se do contato com o natural, tanto quanto possível. Assim, a posição de Roma não é meramente um retorno à dispensação do Antigo Testamento quando havia ordenanças peculiares no que diz respeito ao casamento, etc., para o sacerdócio. Pelo contrário, a posição de Roma é sim uma reintrodução do semi-paganismo. As ordenanças do Antigo Testamento não foram dadas na hipótese do mal inerente da matéria, mas na suposição de que o homem tinha corrompido o natural. Mesmo a elevação Católica Romana do casamento à posição de um sacramento não escapa da acusação de ter nascido de um princípio semi-pagão. Os sacramentos na igreja Cristã têm relação com ordenanças da redenção e não da criação. E embora seja verdade e importante que a redenção restaurou o verdadeiro significado do natural e, portanto, restaurou a santidade do casamento também, esta santidade não envolve, mas, antes, exclui a ideia de sacramento. É exatamente porque Roma não tem claramente insistido sobre a santidade original do matrimônio que posteriormente inclinou-se a fazer do matrimônio um sacramento.

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Devocional Banco da Fé • 8 de Janeiro

 

Pureza de Coração e Vida

 

“Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus.” (Mateus 5:8)

 

Pureza, a própria pureza de coração, é a principal coisa a ser desejada. Nós precisamos ser limpos no interior por meio do Espírito e da Palavra, e então seremos limpos no exterior pela consagração e obediência. Existe uma ligação íntima entre os afetos e a compreensão: se amamos o mal não podemos compreender o que é bom. Se o coração está sujo, o olho será obscurecido. Como os homens podem ver um Deus santo se eles amam as coisas profanas?

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Devocional Banco da Fé • 16 de Dezembro

 

Expulsão Divina

“Porque expulsarás os cananeus, ainda que tenham carros de ferro, ainda que sejam fortes.” (Josué 17:18)


Este é um grande incentivo para a bravura na certeza da vitória, pois, deste modo um homem vai para a guerra confiante e valente, onde antes ele temia. Nossa guerra é contra o mal dentro de nós e ao nosso redor, e nós devemos ser convencidos de que somos capazes de conseguir a vitória e que devemos obtê-la em nome do Senhor Jesus. Nós não estamos correndo para uma derrota, mas para a vitória, e venceremos. A graça de Deus em Sua onipotência é manifestada para expulsão do mal em todas as formas: daí a certeza do triunfo.

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Devocional Banco da Fé • 8 de Dezembro

 

Seguir Conduz à Honra

 

“Se alguém me serve, siga-me, e onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai o honrará.” (João 12:26)

 

O serviço mais elevado é a imitação. Se eu sou servo de Cristo, devo ser Seu seguidor. Fazer o que Jesus fez é a forma mais segura de trazer honra ao Seu nome. Que eu me lembre disso todos os dias.

 

Se eu imitar a Jesus terei a Sua companhia: se eu sou como Ele, estarei com Ele. No devido tempo, Ele me levará para morar com Ele acima, se, entretanto, eu busquei segui-lO aqui abaixo. Depois de ter padecido, nosso Senhor foi ao Seu trono, e do mesmo modo, depois de termos sofrido por um tempo com Ele aqui na terra, nós também chegaremos à glória. A questão da vida de nosso Senhor será a questão da nossa: se permanecermos com Ele em Sua humilhação, estaremos com Ele em Sua glória. Venha, minha alma, tenha coragem e coloque os teus pés nas pegadas marcadas por sangue que o teu Senhor deixou.

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