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5 Benefícios de Cultuarmos em Família Regularmente, por Tom Ascol

 

Ao longo dos anos, tenho perguntado a grupos de adultos Cristãos quantos deles cresceram em lares onde havia culto familiar regular. No início foi raro encontrar pessoas (tipicamente da minha geração ou mais velhas) que responderam afirmativamente. Nos últimos anos, o número de respostas positivas aumentou dramaticamente — quase exclusivamente as gerações mais novas de crentes. Essa é uma indicação esperançosa e encorajadora de que uma reforma bíblica está ocorrendo.

O culto familiar regular é valioso e traz muitas bênçãos para pais e filhos. Aqui estão cinco benefícios que tenho observado.

1. Planejar regularmente períodos para ler a Bíblia, cantar e orar juntos como família ajuda a estabelecer uma espiritualidade saudável no lar. Quando a Escritura é regularmente lida e discutida, quando os salmos, hinos e cânticos espirituais são regularmente cantados e quando a oração é regularmente oferecida ao Senhor, não é estranho ou mesmo incomum ter conversas espirituais a qualquer momento. Muitas vezes, eventos, conversas e atividades que inevitavelmente ocorrem no curso da vida familiar naturalmente se relacionam com uma parte da Escritura recentemente lida ou discutida. A aplicação do ensino bíblico é mais prontamente feita quando a própria Bíblia é frequentemente lida em conjunto. As perguntas sobre assuntos espirituais não parecem fora de lugar quando a verdade espiritual é regularmente discutida em uma família.

2. O culto familiar é uma ótima maneira para os pais evangelizarem e discipularem seus filhos. Deus coloca essa responsabilidade diretamente sobre os ombros dos pais quando a Escritura nos instrui a criar nossos filhos “na doutrina e admoestação do Senhor” (Efésios 6:4). Sim, isso significa que os pais devem cuidar para que seus filhos sejam consistentemente integrados na vida de uma igreja biblicamente saudável e estejam regularmente sob a pregação e o ensino da Palavra de Deus naquela igreja. Mas também significa que os pais devem estar diretamente envolvidos em ensinar aos filhos a verdade sobre Deus a partir da Escritura. Como Moisés instruiu os israelitas: “E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te” (Deuteronômio 6:6-7). Os pais são responsáveis ​​por treinar espiritualmente seus filhos e o culto familiar regular ajuda tremendamente nesse esforço.

3. As crianças podem aprender a adorar corporativamente com outros crentes, ao adorarem consistentemente o Senhor em suas casas. Isso não significa que o culto familiar terá a mesma formalidade da adoração na igreja, mas isso significa que os pais podem mostrar às crianças a importância de estar atentos e reverentes quando a Palavra de Deus está sendo lida, quando o louvor é oferecido a Deus através de cânticos e quando Ele está sendo abordado na oração. A reverência e a atenção são traços que devem ser aprendidos e os pais sábios sabem que seus filhos não os adquirirão naturalmente. É muito mais fácil ensinar as crianças como e por que elas devem ser reverentes nas reuniões do Dia do Senhor na igreja se essas mesmas lições estão sendo reforçadas no ambiente familiar da casa durante a semana. Como pastor, sempre sou encorajado quando vejo os pais assumirem essa responsabilidade seriamente, pois sei que seus filhos estão sendo ensinados a adorar o Deus vivo.

4. O culto familiar regular oferece aos pais oportunidades naturais para encorajar seus filhos a falar sobre suas vidas espirituais internas. “O que essa passagem da Escritura significa para nós hoje?”, “Como devemos responder ao que Deus diz?” e “Você realmente acredita nisso?”. Essas perguntas podem ser pensadas e espontaneamente feitas nessas ocasiões. Os pais podem sugerir como responder à Palavra de Deus oferecendo suas próprias respostas honestas. À medida que as crianças veem seus pais dependendo da graça de Deus, humildemente confessando o pecado e confiando em Cristo, elas serão encorajadas a expressar seus próprios pensamentos, medos, esperanças e desejos. Elas também aprenderão como pedir oração e orar pelos outros.

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Sobre a Unidade da Igreja, por Jared Longshore

 

A unidade é algo que deve ser guardado. Efésios 4:3 diz: "Procurando guardar a unidade do Espírito...”. A unidade deve ser mantida, preservada e guardada, se você a negligencia e apenas se acomoda, se encontrará em um reino dividido bem depressa. Aqui estão seis ferramentas para a tarefa de manter a unidade da igreja.

 

1. Seja inflexivelmente bíblico. Manter a unidade da igreja sem a Bíblia? Um navio perdido no mar tem mais chance de encontrar o porto sem uma bússola. Certamente precisamos de amor. Mas a Bíblia determina o significado do amor. Com certeza nós precisamos de perdão. Mas as Escrituras detalham como o perdão deve ocorrer. Sem dúvida, nós precisamos do Espirito, mas Ele não acabará com a desunião sem a Sua Espada. Jesus tem uma opinião sobre a situação em questão? Se Ele tem, então vamos permanecer com Ele. Se Cristo não anunciou claramente esse assunto, então, por que toda essa comoção? A Confissão de Fé Batista de 1689 enfatiza a autoridade e suficiência da Escritura, afirmando: “O Juiz supremo, pelo qual todas as controvérsias da Religião devem ser determinadas... e em cuja sentença devemos nos firmar, não pode ser outro senão as Sagradas Escrituras...” (1:10).

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Os Cinco Pontos do Calvinismo e a Teologia Pactual, por Tom Hicks

 

Nos últimos anos, houve uma recuperação dos Cinco Pontos do Calvinismo entre muitos evangélicos, mas não houve um ressurgimento concomitante da teologia pactual do Puritanismo do século XVII como o rico solo no qual cresce a soteriologia Calvinista. Esse artigo não tentará defender completamente todas as doutrinas mencionadas, mas mostrar a conexão entre o Calvinismo e os pactos teológicos da teologia pactual. O Sínodo de Dort enumerou os Cinco Pontos do Calvinismo, não na sua ordem contemporânea encontrado no acróstico “TULIP”, mas na ordem de “ULTIP”, que é a ordem que usarei aqui.

1. Unconditional Election/Eleição Incondicional. O decreto eterno da eleição incondicional é o fundamento da teologia pactual e da doutrina da salvação. Deus escolhe salvar os pecadores não por causa de qualquer bondade ou condições previstas neles, mas apenas por causa de Sua boa vontade de redimir um povo para Ele mesmo para Lhe trazer glória. Falando de eleição divina incondicional, Paulo escreve: “Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece” (Romanos 9:16). Não há condições para que Deus escolha os indivíduos para a salvação. A escolha de Deus baseia-se inteiramente em Sua vontade soberana: “Logo, pois, compadece-se de quem quer, e endurece a quem quer” (Romanos 9:18).

2. Limited Atonement/Expiação Limitada. A expiação limitada pode ser melhor denominada “redenção particular” ou “expiação definitiva”. Significa que a morte de Cristo é absolutamente eficaz para salvar, que a morte de Cristo comprou cada bênção de vida para Seu povo escolhido, incluindo o novo nascimento, a fé, o arrependimento, a justificação e a adoção. Como também uma vida santa duradoura (Romanos 8:31-39). Hebreus 9:12 nos diz que Cristo realizou a salvação pelo Seu povo: “por seu próprio sangue... havendo efetuado uma eterna redenção”. Observe que o sangue de Cristo “efetua” a redenção. Não apenas torna possível a redenção, mas verdadeiramente efetua, realiza a redenção. Seu sangue assegura a redenção “eterna”, não uma redenção temporária. Assegura a “redenção”. Ou seja, o sangue de Cristo realmente redime e não apenas faz uma provisão para a redenção. Como apenas um número limitado de pessoas é resgatado, devemos concluir que Cristo morreu apenas para salvar o Seu povo escolhido. E isso é de fato o que as Escrituras ensinam. Mateus 1:21 diz: “Ele salvará o seu povo dos seus pecados”. Em João 10:15, Jesus diz: “Dou a minha vida pelas ovelhas”. Em João 17:9, Jesus diz: “Eu rogo por eles; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste”. A obra sacerdotal de expiação e de oração de Cristo limita-se apenas aos eleitos.

Então, o que isso tem a ver com a teologia pactual? A teologia pactual vê a “expiação limitada” como enraizada na eterna “pacto de redenção” entre o Pai e o Filho para a redenção dos eleitos. Nessa aliança eterna (um aspecto do decreto eterno), o Pai designou o Filho para entrar neste mundo, cumprir a lei de Deus, morrer pelo Seu povo escolhido e ressuscitar dentre os mortos. O Filho concordou em cumprir a vontade do Pai (João 17:4). Um pacto é “um acordo entre duas ou mais pessoas”; portanto, é apropriado ver esse acordo entre o Pai e o Filho do ponto de vista pactual. Com base nesta aliança eterna, ou acordo, entre o Pai e o Filho, o Filho veio ao mundo, guardou a lei de Deus e realizou a redenção dos eleitos no tempo (2 Timóteo 1:9-10). A totalidade de Isaías 53 é sobre a obediência temporal de Cristo a essa aliança eterna de redenção, e Isaías 54:10 explicitamente a chama de “a aliança da minha paz”.

3. Total Depravity/Depravação Total. A expressão depravação total se refere ao fato de que os seres humanos nascem depravados em suas mentes, corações e vontades. Os pecadores não são tão depravados quanto podem ser, mas são verdadeiramente depravados em cada aspecto de suas pessoas. O resultado da depravação total é que nenhuma pessoa natural jamais buscará Deus, abraçará o Evangelho ou fará absolutamente qualquer bem. Romanos 3:10-12 explica a depravação total: “Não há um justo, nem um sequer. Não há ninguém que entenda; não há ninguém que busque a Deus. Todos se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis”; semelhantemente, Isaías 64:7 diz: “E já ninguém há que invoque o teu nome, que se desperte, e te detenhas”. Portanto, nenhum ser humano pode fazer nada por sua própria salvação. Homens naturais estão completamente perdidos e sem esperança em si mesmos. Eles não escolherão Cristo. Eles não virão a Ele.

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5 Lições Aprendidas A Partir da Prática da Disciplina Eclesiástica, por Tom Hicks

 

Eu tenho pastoreado há mais de dez anos, e creio na prática da disciplina eclesiástica com todo o meu coração. Mas a disciplina eclesiástica tem sido uma das maiores tristezas e pesares da minha experiência pastoral. Eu não gosto de praticar a disciplina eclesiástica, mas acredito que devo fazê-la porque Cristo a ordena (Mateus 18:15-20; 1 Coríntios 5:1-13; Gálatas 6:1; 2 Tessalonicenses 3:13-14) e porque é uma das maneiras pelos quais os pastores são chamados a amar e servir a igreja. A Segunda Confissão Batista de Londres diz com razão: “Ele tem dado [às igrejas] todo aquele poder e autoridade, que é em toda forma necessário para a sua realização naquela ordem no culto e disciplina, que Ele instituiu para que eles observem” [CFB1689 26:7]. Durante vários anos na minha igreja, parecia que tínhamos um caso de disciplina eclesiástica após o outro. Aqui estão algumas das lições que aprendi na prática dessa disciplina.

1. Sou um pecador maior do que eu sabia.

Eu não estava preparado para a ira que senti quando vi um homem em particular destruindo a sua família. Eu não esperava o medo que senti quando ele me ameaçou. Eu precisei me lembrar da grandeza do meu próprio pecado e da grandeza da graça de Deus antes que eu pudesse ministrar fielmente a graça do Evangelho a ele. Estou convencido de que o amor é a chave para praticar fielmente a disciplina eclesiástica. Confesso que é difícil para mim amar pecadores endurecidos que destruíram as suas consciências e se recusam a ouvir a verdade. É difícil para mim sentir genuína compaixão por alguém que está maltratando a sua família. Mas, isso só é difícil por causa do pecado remanescente em meu próprio coração. Quando eu vejo o meu próprio pecado e percebo que eu poderia ser tão endurecido quanto o pior dos pecadores, e quando eu vejo que a única coisa que me guarda do pecado não arrependido é a grande graça de Deus para comigo em Cristo, só então posso falar a verdade em amor genuíno e sentir sinceramente compaixão e anseio pelas almas dos pecadores endurecidos. Cristo chama pastores para serem pastores amorosos que lidam firmemente com aqueles que põem o rebanho em perigo, mas sempre fazem isso enquanto carregam o fruto do Espírito: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança; como Jesus fez, enquanto esteve pendurado na cruz.

2. Qualquer pessoa pode cair em um grande pecado.

Eu sempre soube teologicamente que qualquer um pode cair em pecado grosseiro. Davi, um homem segundo o próprio coração de Deus, caiu em terrível pecado com Bate-Seba, e depois matou o marido dela. Paulo disse: “Porque Demas me desamparou, amando o presente século, e foi para Tessalônica...” (2 Timóteo 4:10). Mas eu não estava preparado para que um dos meus próprios amigos abandonasse a Cristo. Ele estava treinando para o ministério pastoral. Ele estava ansioso para aprender a Palavra de Deus. Eu sabia que ele tinha algum orgulho juvenil, mas na época, não achava que fosse tão sério. Ele adorava ler grandes obras teológicas e conversar sobre elas comigo e seus amigos. Ele falou muito sobre a graça e a salvação em Jesus. Ele pregou em nosso púlpito várias vezes, e as pessoas lhe davam um bom retorno. Muitos responderam ao seu ministério. Nós nos reunimos e oramos juntos muitas vezes. Mas um dia, esse homem abandonou completamente a Cristo. Aconteceu durante a noite, ou assim me pareceu. Um dia, ele parou de vir à igreja, e disse que não cria em Deus e que não amava a sua esposa e ia se divorciar dela. Fui à sua casa para tentar me aproximar dele, e ele exigiu que eu saísse imediatamente. Ele me encarou e ameaçou com sua linguagem corporal. Então, eu tive que fazer uma das coisas mais duras e tristes que já fiz no ministério. Eu tive que conduzir nossa igreja a disciplinar meu amigo. Parecia que eu estava lhe traindo, mas não fazê-lo teria sido trair tanto a Cristo quanto a meu amigo. Depois, tentamos ministrar à sua esposa e aos dois filhos. Ainda sinto falta dele, o amo e oro por ele muitas vezes. Qualquer pessoa pode cair em pecado.

3. É possível agir muito rapidamente ou muito lentamente.

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Devocional Banco da Fé • 19 de Fevereiro

 

Um Futuro Melhor

 

“Eu te afligi, mas não te afligirei mais.” (Naum 1:12)

 

Existe um limite para a aflição. Deus a envia e Deus a remove. Você suspira e diz: “Quando será o fim?”. Lembre-se que os nossos sofrimentos com certeza e por fim terminarão quando esta pobre vida terrena acabar. Vamos aguardar em silêncio e suportar com paciência a vontade do Senhor até que Ele venha.

 

Enquanto isso, nosso Pai celestial tira a vara quando o Seu propósito em usá-la está completamente realizado. Quando Ele remover a nossa insensatez, não haverá mais açoites. Ou, se a aflição é enviada para nós provar, que as nossas graças glorifiquem a Deus, ela acabará quando o Senhor nos fizer testemunhar o Seu louvor. Nós não desejamos que a aflição seja afastada até que Deus obtenha de nós toda a honra que eventualmente pudermos dar a Ele.

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Devocional Banco da Fé • 18 de Fevereiro

 

Deus Responderá

 

“Ele cumprirá o desejo dos que o temem; ouvirá o seu clamor, e os salvará.” (Salmo 145:19)

 

Seu próprio Espírito operou esse desejo em nós, e, portanto, Ele o atenderá. É a Sua própria vida em nós que nos faz clamar, logo, Ele ouvirá. Aqueles que O temem são homens sob santíssima influência e, portanto, o seu desejo é glorificar a Deus e deleitarem-se nEle para sempre. Como Daniel, eles são homens de desejos, e o Senhor fará com que eles realizem os seus anelos.

 

Desejos santos são graça em germinação, e o lavrador celestial cultivará até que haja grãos maduros na espiga. Os homens que temem a Deus desejam ser santos e ser úteis, ser uma bênção para os outros, e assim desejam honrar ao seu Senhor. Eles desejam suprimentos para a sua necessidade, ajuda sob dificuldades, orientação na perplexidade e libertação no perigo; e, às vezes, esse desejo é tão forte e seu caso tão urgente que clamam em agonia como crianças com dor, e então o Senhor age de modo mais pleno e faz tudo o que é necessário de acordo com esta palavra: “e os salvará”.

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II Coríntios 4

  • Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos; antes, rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus... Veja mais

Reflexões

"Deus é juiz justo, um Deus que se ira todos os dias... Os loucos não pararão à tua vista; odeias a todos os que praticam a malda-de. Destruirás aqueles que falam a mentira; o SENHOR aborrecerá o homem sanguinário e fraudulento."
(Salmos 7:11; 5:5-6)
Sola Scriptura!
"Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescen-tadas. Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal."
(Mateus 6:33-34)
Sola Scriptura!
"Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém."
(Mateus 28:19-20)
Sola Scriptura!

A Confissão De Fé Batista de 1689

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    Uma Palavra dos Editores A fé é a base da alegria verdadeira. O Objeto da Verdadeira Fé Evangélica é o Senhor Jesus Cristo, segundo as Escrituras test... Download